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Archive for maio \30\UTC 2010

Supercalifragilisticexpialidocious

Me chamem de sem infância, mas não tenho grandes recordações de “Mary Poppins” da época em que era criança. De fato, me lembrava do filme como um borrão, e foi como se estivesse vendo pela primeira vez quando peguei o DVD dia desses. Este é tido como um dos maiores triunfos da carreira de Walt Disney, e muito importante para o estúdio por muitos motivos. Primeiro por ter conseguido 13 indicações ao Oscar, das quais levou cinco (Montagem, Efeitos Especiais, Canção, Trilha Sonora e Atriz para a então estreante Julie Andrews). Foi a maior marca de vitórias de um filme Disney numa única edição do Prêmio da Academia.

Andrews também fez história por ser uma das poucas premiadas pelo primeiro filme, e a única a vencer por um longa-metragem infantil. Antes disso já era uma estrela dos palcos, tendo originado o papel de Eliza Doolittle em “My Fair Lady” (foi passada para trás na adaptação cinematográfica em favor de Audrey Hepburn, que não sabia cantar e teve de ser dublada – o que acabou sendo para melhor, já que Julie ficou disponível para estrelar este aqui). “Mary Poppins” também foi um sucesso absoluto de bilheteria, e a renda arrecadada bancou a construção de uma nova divisão dos estúdios Disney. Foi baseado num livro popular nos Estados Unidos, e originou ainda um musical na Broadway, além de ter sido muito parodiado e copiado.

E é realmente uma obra-prima, tanto como filme infantil quanto como musical. Para as crianças, é um conto mágico e inesquecível sobre a fase mais pueril e inocente das nossas vidas, e o momento em que começamos a assimilar e a contestar as regras do mundo adulto. Walt Disney compreendia essa sensação como ninguém – e dá pra sentir a mão dele no projeto, desde a meticulosa produção até a famosa sequência que mescla os atores com animação tradicional. Para os fãs de musicais, também é um clássico absoluto. Não só porque trilha é excelente (embora pareça sobrecarregada de canções aqui e ali), mas porque a execução é impecável. Há uma sequência de dança nos telhados que deve ser uma das mais energéticas, empolgantes e bem coreografadas que eu já vi.

Na trama, a babá mágica Mary Poppins vai usar seus truques para aproximar um pai frio e distante de seus dois filhos pequenos. Mas a personagem, apesar de se definir como a perfeição em pessoa, não é plana ou efusiva. Na verdade é bastante seca, pulso firme, cheia de si. Características que Andrews sabe transmitir muito bem. No entanto, ela perde a cena quando tem de dividí-la com Dick Van Dyke, espetacular como o artista de rua Bert, narrador da história e companheiro de aventuras de Mary e as crianças. Para ser descoberto ou relembrado.

.:. Mary Poppins (Idem, 1964, dirigido por Robert Stevenson). Cotação: A+

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Louis ficou dodói

Acordei indisposto nessa Sexta-feira e fiquei de cama até parte deste Sábado. Não tive condições de organizar um post bonitinho, mas para o dia não passar em branco, vou deixar um registro informal do que tenho feito.

Com a saúde frágil, não pude ir ao cinema ver “O Escritor Fantasma”, novo filme do Polanski que está estreando agora, ou mesmo “Sex and the City 2”, que eu só veria para cumprir tabela, já que nunca fui grande fã da série e o filme anterior foi bem fraquinho. A outra estreia da semana, “Pânico na Neve”, foi bem recebido em Sundance e parece interessante. Achei um link pra baixar, porque não está sendo exibido em nenhum cinema próximo, mas eis que o arquivo veio dublado em húngaro! Ai.

Nesses dias preso em casa, fiquei zapeando pela NET. Eu nem costumo assistir TV. De fato, faz tanto tempo que não vejo TeleCine que ainda estou acostumado a chamar o TC Light de TC Emotion. Enfim, descobri que amanhã, Domingo, às 22h, vai passar “Amantes” (“Two Lovers”) no TC Premium. Que dó de você que nunca assistiu. Foi um dos melhores que eu vi ano passado, e claro que vou aproveitar pra rever. Joaquin Phoenix é um ator extraordinário. Pena que anda meio piradinho… Vi também os dois primeiros episódios de “The Wire”, uma das melhores séries que eu já assisti. Só acompanhei as últimas temporadas e decidi que vou tirar o atraso durante esse hiato das séries atuais.

Fiquei sabendo da morte precoce do Gary Coleman, astro mirim que teve uma vida de merda depois que sua sitcom foi cancelada (ele também virou personagem do musical “Avenue Q”, onde era zelador da vila). E hoje morreu Dennis Hopper, vítima de um câncer de próstata. Triste.

Agora eu preciso nenas melhorar até amanhã pra presenciar a chuva de Twix na Paulista.

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Cenas da vida

Porque é bom demais pra não dividir.

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Categorias:Cinema

Finais de temporada

Em final de Maio, a esmagadora maioria das séries americanas (basicamente todas as originárias dos canais abertos) encerram suas temporadas, para retornar com episódios inéditos apenas em Setembro. Durante esse hiato, o calendário dos viciados em séries fica quase vazio, ocupado somente por alguns programas dos canais pagos. Alguns como eu aproveitam para colocar em dia temporadas atrasadas de séries que sempre quiseram ver. No meu caso, dedicarei meu tempo a terminar “Angel” e “Dead Like Me”, ambas canceladas. E estou aberto a novas sugestões. Até lá, vou fazer um apanhado da temporada 2009/2010 que está chegando ao fim.

Foi nesse ano que aprendi a amar “Supernatural”, um guilty pleasure do CW e provavelmente a série mais viciante do momento. Os protagonistas Jensen Ackles e Jared Padalecki tem uma dessas químicas inexplicáveis, de fazer inveja. E empregam muito bem essa afinidade ao relatar a saga dos irmãos Winchester, que perambulam pelos quatro cantos dos Estados Unidos num Impala maneiríssimo, caçando espíritos e demônios ao som de bandas de rock progressivo. Cool.

Community é a Melhor Comédia

Entrementes, “30 Rock” e “Family Guy” sofreram quedas vertiginosas no nível dos roteiros e perderam o posto entre as melhores comédias da TV, dianteira que foi tomada por duas estreias, “Community” e “Modern Family”. A primeira, que eu descobri com certo atraso e devorei todos os episódios em sequência, é levemente superior à segunda. Os momentos mais sensíveis, por exemplo, fluem mais naturalmente, já que em “Modern Family” eles precisam dar uma encafonada colocando uma narração ao final de cada episódio para evidenciar que os personagens realmente se importam uns com os outros. Em “Community”, o companheirismo entre o grupo de estudantes de uma faculdade comunitária é muito bem firmado, apesar de cada um ter seus conceitos e preconceitos e do roteiro conseguir realçar isso de maneira muito engraçada e nada ofensiva.

“Glee” ainda está há dois episódios de encerrar sua primeira temporada, mas permanece como uma das séries mais irresistíveis no ar. Tem problemas de continuidade e um enredo sem muita coesão, mas empolga com os excelentes números musicais, os momentos mais tocantes e intimistas, e os coadjuvantes bem realçados (a Sue de Jane Lynch dispensa comentários, e a cheerleader Brittany também anda roubando as atenções). Quem gosta dessa aqui também pode curtir “Greek”, um drama despretensioso e bem humorado da ABC Family.

“United States of Tara” apresentou uma evolução fantástica em relação à sua primeira temporada, que já tinha sido boa. Agora está mais lapidada em suas tramas paralelas e mais focada no trauma que causou a doença da protagonista. Toni Collette continua brilhando. Aplausos também para Rosemarie DeWitt, que está fazendo por merecer o título de melhor coadjuvante da TV no papel da irmã Charmaine.

Dentre as sitcoms tradicionais, “How I Met Your Mother” e “The Big Bang Theory” se mantém minhas favoritas. A primeira teve um centésimo episódio legendário, cujo clímax foi um número musical liderado por Neil Patrick Harris. A segunda, apesar de concentrar todas as suas piadas em características primárias dos personagens, se sustenta pela presença de Jim Parsons, hilário como o cientista Sheldon. “The New Adventures of Old Christine”, que eu acompanhei por cinco temporadas, está chegando ao fim, mas reconheço que não fará falta. Julia Louis Dreyfus faz uma protagonista engraçada, mas não compensa a preguiça do roteiro.

“The Good Wife” foi a melhor estreia dramática, também com a melhor atriz da categoria, Julianna Margulies. Finalmente Glenn Close, que se despediu de Patty Hewes com o ótimo encerramento de “Damages”, encontrou uma adversária à altura nas premiações (curiosamente, também uma personagem do cenário jurídico). “Damages”, aliás, conservou o posto de melhor elenco da TV, favorecido ainda pelas adições de Campbell Scott e Martin Short. Igualmente talentoso é o time de “Friday Night Lights”, série teen muito verdadeira que não falhou em arrebatar na quarta temporada, mesmo tendo dispensado quase todo o elenco original. Por outro lado, “House” teve um início de temporada incrível, no qual Hugh Laurie deu show. Mas em linhas gerais, caiu na mesmice em quase todos os episódios seguintes.

Tivemos o episódio final de “Lost” dividindo opiniões, depois de uma sexta temporada cheia de irregularidades (estou entre os que gostou do desfecho, como você leu no meu post especial). Também chegaram ao fim “Nip/Tuck”, que estava longe de ser o que fora nas temporadas iniciais, e “Ugly Betty”, que conseguiu recuperar neste quarto ano um pouco do pique do início. Apesar de ter durado pouco, “Dollhouse”, criada pelo ídolo Joss Whedon (de “Buffy – A Caça-Vampiros”), teve um final decente, considerando o tanto de informação que tiveram de comprimir para explicar tudo em tempo.

Algumas séries acabaram só para mim. Larguei “Breaking Bad” porque apesar da excelência da produção – e do grande Bryan Cranston desempenhando o papel principal – estava me cansando da trama como um todo. Também não insisti em “Caprica”, spin-off da saudosa “Battlestar Galactica”. O Piloto foi promissor, mas o episódio seguinte já escancarou a falta de substância do plot e dos personagens. Dei mais um adeus à “Gossip Girl”, que ficou intragável e repetitiva nesse terceiro ano, e à chatice de “Brothers & Sisters”. Larguei ainda “Grey’s Anatomy” no início de Janeiro, mas assisti o final da temporada por recomendação dos fãs e, surpresa, foi primoroso! Logo botei em dia os capítulos que perdi – alguns fazem jus à canastrice que me fez desistir da série, e outros conseguiram me envolver e me tocar. As cotações completas você confere na página Séries 2010.

O que ficou faltando mencionar?

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A Bridget Jones do Brasil

“Não era pra ser”. É assim que Fernanda, uma solteirona na faixa dos trinta e cinco anos, encara uma decepção amorosa atrás da outra. Com essa frase-padrão, a protagonista de “Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou” lida com os términos de relacionamentos que só existem na cabeça dela. Afinal, os homens com que ela se envolve tendem a vê-la mais como um caso de uma noite só, já que por mais que Fernanda se esforce, não consegue evitar a transa logo no primeiro encontro.

De certa forma, a personagem criada por Mônica Martelli, autora do texto e intérprete do monólogo, se assemelha muito à heroína contemporânea Bridget Jones, que fez sucesso no romance em forma de diário escrito por Helen Fielding, e mais adiante numa adaptação do livro para os cinemas. Ambas tem problemas com a aparência – Fernanda se acha alta e desengonçada, e Bridget vive em guerra com a balança -; ambas tem familiares que vivem tentando lhes arranjar um partido – Fernanda é empurrada pelas tias, e Bridget pela mãe -; e ambas descontam suas frustrações em doses exageradas de tabaco. Só se diferem na ambientação. Enquanto Bridget tem hábitos e comportamentos indissoluvelmente britânicos, Fernanda é uma brasileira autêntica. E as mulheres desse país afora devem se identificar com cada aspecto do texto, repleto de piadas inspiradas e bem distribuídas.

Nem mesmo onde poderia soar machista a peça ofende – afinal, por mais empenhada que Fernanda esteja em encontrar um homem para dividir a vida, ela se recusa a renunciar partes de si própria em função desse parceiro. Prefere encarar com inabalável bom humor mais uma frustração do que continuar segurando uma alça de caixão. É, enfim, um relato autêntico e fácil de relacionar com as experiências do público – o que explica porque o monólogo está em cartaz desde 2005, tendo viajado para uma porção de lugares e acumulado mais de 1 milhão de espectadores. Bastante agradável e nunca cansativa, a peça erra apenas nas mudanças de ato, quando precisa enrolar com a trilha sonora e a iluminação baixa enquanto a atriz troca o figurino. Nada, porém, que torne o programa menos desfrutável.

.:. Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou. Direção: Victor Garcia Peralta. Texto e Interpretação: Mônica Martelli. 14 anos. Teatro Shopping Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569. Sexta e sábado às 21h30; domingo às 18h00. R$ 60,00 (sexta e domingo) e R$ 70,00 (sábado).Até 27/06/2010. Cotação: A-

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Lost, o final

* O texto a seguir tenta se esquivar de SPOILERS, mas pode ser expositivo para um bom entendedor *

Terminou ontem nos Estados Unidos a série que se manteve pelos últimos seis anos como a mais cultuada do planeta. Refiro-me, é claro, à “Lost”, uma mistura de ficção científica com drama de personagem que deu uma nova definição à obsessão que os fãs podem nutrir por um programa de TV. No Brasil, “Lost” estimulou e popularizou os downloads de episódios, tornou-se o grande trunfo do canal pago AXN (que, aliás, transmite o capítulo final nesta Terça, apenas dois dias após a exibição original), e ganhou mais seguidores do que qualquer outro seriado em território nacional após ter sido comprado pela Rede Globo. O efeito foi similar em toda parte: é comum encontrar “Lost” liderando a lista das séries mais assistidas do mundo, ainda que sua audiência na ABC, emissora em que vai ao ar, não seja um estouro. O canal, porém, lucra muito com a venda para os outros países, além de DVD’s e produtos derivados. Sem mencionar que o episódio final, composto por duas partes, foi um dos grandes eventos do ano na televisão americana – e os anunciantes tiveram de desembolsar uma quantia farta por um espaço nos blocos comerciais.

Quando teve início nos remotos 2004, “Lost” passava por uma aventura divertida sobre os sobreviventes de um desastre de avião. Isolados numa ilha deserta, um grupo de personagens sem muito em comum iria se conhecendo melhor, e descobrindo aos poucos que as conexões entre eles datavam de muito antes do acidente. Enquanto seguia uma fórmula fixa – o foco em um personagem por vez, com flashs do passado que explicavam como ele chegou ali e se tornou a pessoa que é –, o roteiro desenvolvia um suspense consistente envolvendo a própria ilha em que os protagonistas se encontravam. Um lugar idílico, sem dúvidas, mas repleto de mistérios. Em pouco tempo, “Lost” foi ganhando ares de mitologia, virando mote de paródias e imitações e se tornando assunto obrigatório de conversa. Firmou-se também como uma série de notável padrão de qualidade, com elenco carismático e bem entrosado, autênticas locações havaianas e excelente trilha musical. O nome de J.J. Abrams – criador de “Felicity” e “Alias” – à frente dos créditos também colaborou para o prestígio. E depois que Abrams resolveu dar prioridade ao cinema (foi o diretor de “Missão Impossível 3” e “Star Trek”), os roteiristas Damon Lindelof e Carlton Cuse passaram a ditar os rumos da trama.

A sexta temporada estreou subvertendo a estrutura narrativa. Dessa vez, a realidade na ilha não seria alternada com saltos no tempo para o futuro ou o passado, e sim com uma realidade paralela, na qual a queda do avião nunca aconteceu e os personagens seguiram seus caminhos normalmente. Mas esses caminhos estão levemente alterados, já que representam a vida de cada um sem a influência de Jacob, o guardião da ilha apresentado no final da quinta temporada. As decisões diferentes transformaram cada um deles em pessoas diferentes – mas as conexões não param de surgir, com um esbarrando no outro e descobrindo, por meios distintos, a afinidade e a familiaridade de que não se recordam. Os fãs que persistiram até então (muitos espectadores foram se irritando ao longo dos anos com o acúmulo de perguntas não-respondidas) tiveram que dispor de um pouco mais de paciência. Não só porque os mistérios pareciam longe de uma solução, mas também porque esse novo esquema narrativo não dizia a que veio. De fato, só nesse último episódio a realidade paralela ganhou um propósito, explicado de maneira convincente e comovente.

Tomando a trajetória dos personagens como referência, pode-se dizer que “Lost” foi encerrado com glórias. No último episódio, todos os personagens originais tiveram um momento só seu, quando cenas das temporadas passadas ecoaram com admirável simetria nos acontecimentos da realidade paralela. Já os fãs que dão prioridade aos mistérios podem se frustrar com o desfecho. O essencial foi explicado, mesmo que de uma maneira não muito satisfatória. Foi o caso do episódio dedicado ao Jacob e a seu antagonista – o capítulo em questão foi vilipendiado por boa parte do público, que não aceitava que a série apelasse para a fantasia ao responder suas perguntas mais elementares. Contudo, dentro da realidade de linguagem da série, as soluções são aceitáveis. Fica óbvio também que os roteiristas sempre imaginaram esse escopo alegórico como a base de tudo o que acontece em “Lost”. O problema é que as pontas que ficaram soltas, apesar de não importarem muito no quadro geral, escancaram que muitas das brechas de “Lost” – que, diga-se de passagem, deixaram muitos fanáticos quebrando a cabeça e formulando teorias – foram inseridas sem um propósito. Estavam ali só para gerar mais história enquanto os roteiristas não sabiam muito bem para onde conduzi-la.

Ou seja, a recepção do final de “Lost” vai depender muito de como cada espectador sempre encarou a série. Se você está mais interessado em respostas fartas e sensatas para os mistérios que se estenderam por esses seis anos, certamente vai ficar a ver navios. Mas se, acima de tudo, você se importa com o destino dos personagens, com como as escolhas e as ações de cada um afeta os demais, e com as mudanças profundas que eles sofreram desde que os conhecemos até esse ponto, então há de abandonar o criticismo e se emocionar. Ou quem sabe ainda, depois de deixar o final assentar, pegar todas as temporadas em DVD e rever numa maratona particular, captando os detalhes que deixou passar ou de que se esqueceu. Com personagens tão ricos e matizados, estará em boa companhia.

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True Blood, o trailer

Sei que já tem um tempinho que esse vídeo está rodando a internet, mas só agora que eu vi e claro que tinha que postar aqui. É o trailer oficial da terceira temporada de True Blood, o grande trunfo da grade atual da HBO. A série retorna na TV americana e num site de downloads próximo a você em 13 de Junho.

Fangtastic!

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