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Archive for agosto \31\UTC 2010

Gravando!

31 agosto 2010 2 comentários

O terror espanhol “[REC]”, lançado há dois anos no Brasil, foi sucesso de público e crítica em seu país de origem, a ponto de ganhar uma refilmagem em solo americano (o menos ilustre “Quarentena”, com Jennifer Carpenter). E, de fato, o filme merecia todo o hype que gerou. Os diretores Jaume Balagueró e Paco Plaza conseguiram fazer excelente uso de um estilo de filmagem que nem sempre dá certo: o mesmo utilizado em “A Bruxa de Blair”, “Cloverfield” e “Atividade Paranormal”, só para citar os casos mais famosos. Ou seja, a câmera é manuseada por um dos personagens, e o público só é permitido a ver o que o aparelho capturou.

No caso, uma repórter e seu camera man, que faziam uma matéria num corpo de bombeiros, acompanham-nos numa chamada noturna, e acabam sendo isolados num prédio aonde um estranho vírus se espalha. Os infectados por este vírus, que se transmite pela troca de fluidos (sangue e saliva, basicamente), perdem qualquer vestígio de humanidade, e passam a atacar violentamente todos a seu redor. “[REC]” fora muito bem orquestrado como uma fita de zumbis que dispensava qualquer lógica e justificativa, e só pecava mesmo em desfecho, quando inventavam uma explicação de cunho religioso que em nada favorecia a trama. Pois bem: eis que a mesma equipe decide se reunir para fazer um segundo filme.

“[REC] 2”, que estreia em breve no país e já está em exibição em esquema de pré-estreias, tem a seu favor algo que muitas sequências dispensam: o fato de ter início exatamente após o término do filme original. A situação é a mesma, o esquema de filmagem também, e até a protagonista do anterior – Manuela Velasco, que tinha notável atuação – retorna numa participação menor. A única desvantagem de dar continuidade ao plot é prosseguir com aquela bobagem religiosa: não vemos mais um filme de zumbis, e sim de possessão, com as figuras de praxe (um padre exorcista entra no prédio escoltado por uma força policial, e a câmera acoplada nos capacetes de cada um é que vai registrar a ação). Por vezes, a imagem se movimenta a ponto de não identificarmos o que está na tela, e todas as composições de cena parecem mais planejadas e menos autênticas que no original. Mas, apesar de inferior, o filme pode interessar aos fãs do gênero e satisfazer os que aprovaram a primeira parte.

.:. [REC] 2 (Idem, 2009, dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza). Cotação: C+

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Emmy 2010: Vencedores e Cerimônia

Acaba de acontecer, em Los Angeles, mais uma edição dos Emmy Awards, o mais conceituado prêmio da televisão americana. A comparação mais elementar é a de que o Emmy vale, para a TV, o mesmo que o Oscar vale para o cinema, o Grammy para a música, e o Tony para o teatro. Embora, é claro, isto nem sempre reflita a opinião do público, já que muitas séries que não são acolhidas pelas grandes multidões podem ser premiadas e vice-versa. O Emmy é, ainda, especialmente criticado por seu sistema de votação: o que os membros da Academia avaliam não são as temporadas completas dos seriados, e sim alguns episódios avulsos, submetidos pelos produtores ou os atores do show. Ou seja, às vezes o público é mesmo o mais adequado a julgar. Em função disso, o Emmy costuma ser imprevisível, e as surpresas variam de boas a ruins.

A cerimônia deste ano foi apresentada por Jimmy Fallon, discípulo do “Saturday Night Live”, mas nem por isso bom comediante. Tanto que os produtores da festa não confiaram apenas nele para prender os espectadores. No número de abertura, por exemplo, ele foi auxiliado por parte do elenco de “Glee”, mais Tina Fey, Jon Hamm, Joel McHale e Betty White, que cantaram e dançaram “Born to Run”. Momentos como este se repetiram ao longo da noite, e esquetes como a de “Modern Family”, em que o elenco interagia com Stewie Griffin e George Clooney, foram os pontos altos. Assim como no ano passado, as categorias foram divididas em blocos, com os prêmios de comédia, drama e telefilmes sendo entregues em sequência. Essa estrutura pode conferir maior dinamismo à cerimônia, mas também permite que a nossa atenção oscile com maior facilidade. E chegamos, enfim, à distribuição de estatuetas.

As séries que, segundo as apostas, disputariam voto a voto pela estatueta de Melhor Série de Comédia, “Modern Family” e “Glee”, começaram a noite se engalfinhando por prêmios. Os dois primeiros foram para “Modern Family” – Melhor Roteiro em Comédia pelo Piloto e Melhor Ator Coadjuvante para Eric Stonestreet (o gay gordinho Cameron) -, e os dois próximos foram para Glee – Melhor Direção, também pelo Piloto, e Melhor Atriz Coadjuvante para Jane Lynch (hilária como a treinadora Sue Sylvester). O Melhor Ator em Comédia foi Jim Parsons, o Sheldon de “The Big Bang Theory” (os votantes corrigiram a injustiça do ano passado, quando deixaram de premiá-lo), e a Melhor Atriz foi Edie Falco por “Nurse Jackie” (sua quarta vitória, somando às três anteriores como atriz dramática por “The Sopranos”). Como o prêmio de Melhor Comédia ficou para o final da noite, demoraram para desempatar o placar entre “Modern Family” e “Glee”: venceu “Modern Family”, acabando com a maré das três vitórias consecutivas de “30 Rock”. De fato, era a melhor série dentre as indicadas.

Começam, então, as categorias dramáticas. “Mad Men”, o Melhor Drama dos dois anos anteriores, começou bem, levando Melhor Roteiro (episódio “Shut the Door. Have a Seat.”). “Dexter” surpreendeu levando Melhor Direção, prêmio que era previsto para o final de “Lost”. “Breaking Bad” tem os dois melhores atores – o excelente Aaron Paul, que venceu pela primeira vez como coadjuvante, e Bryan Cranston, que leva como protagonista pelo terceiro ano consecutivo (ao que eu pergunto: será que não era hora de premiar Hugh Laurie? Ou mesmo Michael C. Hall? Ambos tiveram anos incríveis). A Melhor Atriz Coadjuvante foi Archie Panjabi – sua personagem, a investigadora Kalinda, é um dos elementos mais envolventes de “The Good Wife”, mas não o suficiente para bater a concorrência (Christina Hendricks, de “Mad Men”, é muito superior). E a Melhor Atriz foi uma surpresa: Kyra Sedgwick, por “The Closer”, contrariando qualquer expectativa (Julianna Margulies era a favorita, e Connie Britton, a mais merecedora). Ao final da noite, anunciaram o Melhor Drama: “Mad Men”, sem surpresas.

A vitória mais surpreendente da noite talvez tenha sido a de “Top Chef” como Melhor Reality de Competição. Desde que esta categoria foi criada, “The Amazing Race” nunca tinha perdido a estatueta! Entre os programas de variedade, vence a cerimônia do Tony Award como Melhor Roteiro, a transmissão das Olimpíadas pela NBC como Melhor Direção, e “The Daily Show with Jon Stewart” como Melhor Série. Já que os programas em questão são muito distantes de nós, brasileiros, não há muito mais a se comentar. Exceto que Ricky Gervais fez uma boa aparição para anunciar estas categorias (novamente, não estão confiando toda a responsabilidade à Jimmy Fallon). Gervais chegou inclusive a distribuir cerveja para os convidados, remetendo à sua apresentação do Globo de Ouro no início do ano, que ele conduziu sempre com um copo de uísque na mão. Um momento bacana foi Julianna Margulies apresentando o prêmio humanitário para George Clooney, seu colega de muitos anos em “E.R. – Plantão Médico”. Ele recebeu essa menção por liderar várias campanhas de caridade, angariando o apoio de outras celebridades para causas nobres. E em seu discurso, confirmou o imenso carisma.

Começam as categorias de Minissérie e Telefilme, aonde todos os premiados, sem exceção, foram produções originais da HBO. “Temple Grandin” se destacou logo a princípio. Venceu três dos prêmios de atuação – Melhor Atriz Coadjuvante para Julia Ormand (que você talvez conheça como a filha de Benjamin Button; ela bateu uma competição forte, que incluía Susan Sarandon e Kathy Bates), Melhor Ator Coadjuvante para David Strathairn, e Melhor Atriz para Claire Danes (ela começou a carreira na TV aos quinze anos, na cultuada “My So-Called Life”, pela qual ficaram lhe devendo uma estatueta). Também ganhou o prêmio de Direção e o de Melhor Telefilme. Aos interessados, a HBO Brasil exibe “Temple Grandin” nesta Terça. “You Don’t Know Jack” venceu Melhor Roteiro e Ator para Al Pacino, sua segunda vitória (a primeira foi pela obra-prima “Angels in America”). E a superprodução da “The Pacific” levou o mais óbvio, Melhor Minissérie. Aliás, uma das únicas piadas boas da noite foi Fallon chegando até Tom Hanks e mencionando que eles estão ficando sem guerras para filmar, já que a este ponto recriaram tudo que é conflito!

Não que se possa esperar muito mais de uma cerimônia como a do Emmy. Na verdade, todos esses shows de premiação feitos por americanos e para americanos podem soar aborrecidos para nós, absorvidos numa cultura diferente. O jeito é se focar nos premiaos – e, nesse quesito, acho que as escolhas foram sensatas e muito menos injustas do que poderiam ter sido. Até o Emmy que vem!

Categorias:Premiações, TV

Música amiga

Neste domingo sem nada pra fazer além de esperar pelo Emmy, vale a pena parar um minuto para conhecer o trabalho do meu amigo Hugo Nute, um músico talentosíssimo que está só esperando para estourar.

Firmar a própria identidade enquanto artista não é tarefa fácil. É preciso ter um conceito muito claro daquilo que quer transmitir com sua arte, ao mesmo tempo em que se evita cair em armadilhas fáceis, como seguir apenas o estipulado pelos ídolos e não trazer nada de novo ou original. O trabalho desenvolvido pelo Nute enquanto guitarrista – em parceria com o excelente baterista Gabriel Miranda – deixa evidente a preocupação e o cuidado de criar algo inteiramente único. Juntos eles desenvolveram um som muito particular e autêntico, cujo nível de profissionalismo se equipara às gravações dos grandes estúdios.

São, na verdade, faixas instrumentais tocantes e agradáveis logo à primeira audição, concebidas com mais raça e amor pela música do que por recursos técnicos apurados. Se a técnica também impressiona é graças ao preparo dos dois músicos, e ao imenso respeito que nutrem por sua arte e por aqueles que possam apreciá-la. Para aqueles que, como eu, tem o prazer de conhecer Hugo Nute em pessoa, ouvir essas melodias tem um sabor ainda mais especial: o de ver concretizado um projeto nutrido com tanta dedicação, carinho e esforço. E um projeto que, mesmo sendo uma tremenda conquista, representa somente uma etapa da carreira brilhante que está para deslanchar.

MySpace de Hugo Nute.

Categorias:Música

Emmy 2010: Previsão dos Vencedores

28 agosto 2010 6 comentários

O Emmy 2010 acontece amanhã, e como não poderia deixar de ser, aqui estão minhas previsões dos vencedores. Listei aqueles que, de acordo com a minha análise, são os favoritos à vitória, e logo abaixo, aqueles que podem surpreender e levar a estatueta.

Melhor Série – Drama
* MAD MEN
Alt: BREAKING BAD

Melhor Ator – Drama
* Hugh Laurie, HOUSE
Alt: Michael C. Hall, DEXTER

Melhor Atriz – Drama
* Julianna Margulies, THE GOOD WIFE
Alt: January Jones, MAD MEN

Melhor Ator Coadjuvante – Drama
* Terry O’Quinn, LOST
Alt: Aaron Paul, BREAKING BAD

Melhor Atriz Coadjuvante – Drama
* Christine Baranski, THE GOOD WIFE
Alt: Christina Hendricks, MAD MEN

Melhor Direção – Drama
* Jack Bender, LOST (The End, Parts 1 & 2)
Alt: Michelle MacLaren, BREAKING BAD (One Minute)

Melhor Roteiro – Drama
* Mathew Weiner & Erin Levy, MAD MEN (Shut the Door. Have a Seat.)
Alt: Matthew Weiner, MAD MEN (Guy Walks Into a Advertising Agency)

Melhor Série – Comédia
* MODERN FAMILY
Alt: GLEE

Melhor Ator – Comédia
* Jim Parsons, THE BIG BANG THEORY
Alt: Larry David, CURB YOUR ENTHUSIASM

Melhor Atriz – Comédia
* Toni Collette, UNITED STATES OF TARA
Alt: Edie Falco, NURSE JACKIE

Melhor Ator Coadjuvante – Comédia
* Ty Burrell, MODERN FAMILY
Alt: Eric Stonestreet, MODERN FAMILY

Melhor Atriz Coadjuvante – Comédia
* Jane Lynch, GLEE
Alt: Nenhuma.

Melhor Direção – Comédia
* Ryan Murphy, GLEE (Pilot)
Alt: Jason Weiner, MODERN FAMILY (Pilot)

Melhor Roteiro – Comédia
* Steven Levitan & Christopher Lloyd, MODERN FAMILY (Pilot)
Alt: Greg Daniels & Mindy Kaling, THE OFFICE (Niagara, Parts 1 &2)

Melhor Minissérie
* THE PACIFIC
Alt: Nenhuma.

Melhor Telefilme
* TEMPLE GRANDIN
Alt: YOU DON’T KNOW JACK

Melhor Ator – Minissérie/Telefilme
* Al Pacino, YOU DON’T KNOW JACK
Alt: Nenhuma.

Melhor Atriz – Minissérie/Telefilme
* Claire Danes, TEMPLE GRANDIN
Alt: Joan Allen, GEORGIA O’KEEFFE

Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie/Telefilme
* Michael Gambon, EMMA
Alt: David Strathairn, TEMPLE GRANDIN

Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie/Telefilme
* Brenda Vaccaro, YOU DON’T KNOW JACK
Alt: Susan Sarandon, YOU DON’T KNOW JACK

Melhor Direção – Minissérie/Telefilme
* Tim McVatten, THE PACIFIC (Part 9)
Alt: Barry Levinson, YOU DON’T KNOW JACK

Melhor Roteiro – Minissérie/Telefilme
* Peter Morgan, THE SPECIAL RELATIONSHIP
Alt: Adam Mazer, YOU DON’T KNOW JACK

Melhor Série – Variedades
* The Colbert Report
Alt: The Daily Show with Jon Stewart

Melhor Reality Show – Competição
* The Amazing Race
Alt: Nenhuma.

É isso! Fiquemos na torcida!

Categorias:Premiações, TV

Por enquanto

27 agosto 2010 3 comentários
Categorias:Música

Milagres acontecem!

26 agosto 2010 5 comentários

Talvez a história de superação mais edificante que o mundo testemunhou tenha sido a de Helen Keller, no início do século XX. Cega, surda e muda (sequelas da escarlatina que contraiu logo nos primeiros anos de vida), Helen fora criada pela família latifundiária mais como um animal do que como um ser humano. Afinal, não havia como se comunicar com a menina, que crescia sem qualquer percepção do mundo que a rodeava.

Isto é, até encontrar Annie Sullivan, uma mulher que fora, ela própria, deficiente visual, e que conseguira recuperar a visão depois de uma série de cirurgias. Sullivan foi contratada pela família Keller como tutora, e depois de meses de tentativas infrutíferas de “domar” a garota (Helen era mimada e selvagem, acostumada a criar as próprias regras sem ninguém para lhe ensinar o contrário), conseguiu estabelecer contato. Graças ao trabalho de Annie, no qual ninguém além dela acreditava, Helen Keller cresceu para se tornar uma escritora de sucesso, tornando-se a primeira pessoa com tal grau de deficiência a se formar na universidade.

O filme “The Miracle Worker” – lançado no Brasil como “O Milagre de Anna Sullivan”, ou seja, com o nome da heroína soletrado errado – narra toda a primeira parte deste caso, encerrando no momento em que Annie finalmente consegue atingir a menina. Antes disso, foram inúmeras as tentativas de se comunicar com Helen, um exercício de paciência e persistência. O drama, que Arthur Penn dirigiu no início dos anos 60 antes de se consagrar com “Bonnie & Clyde”, foi inspirado numa peça de teatro honônima, que estreou na Broadway com as mesmas atrizes da versão cinematográfica.

Anne Bancroft como Annie Sullivan e Patty Duke como Helen Keller brilham como poucas vezes se viu duas atrizes brilharem. Ambas foram premiadas com o Oscar (Anne como protagonista e Patty, então com dezesseis anos de idade, como coadjuvante), por performances de um naturalismo contundente, que extrapolam os limites da ficção (uma sequência em particular, em que Annie tenta ensinar Helen a usar os talheres, estende-se por quase dez minutos, e é possivelmente uma das cenas mais bem atuadas que já vi). Mas não é somente denso e sério – o roteiro de William Gibson também sabe fazer uso do humor, o que ajuda a conferir ritmo ao filme, e suaviza uma história que poderia ser apenas sobre solidão e desespero. O resultado é uma obra-prima indiscutível que, para minha sorte, acabo de adquirir em DVD.

.:. O Milagre de Annie Sullivan (The Miracle Worker, 1962, dirigido por Arthur Penn). Cotação: A+

Categorias:Cinema

Weekly Stitches #5

25 agosto 2010 7 comentários

Música:

“Hey Boy” – The Magic Boys
Simplesmente adorei essa canção que tocou nos créditos finais de um episódio de “Weeds”. É super bonitinha, ao mesmo tempo em que parece nostálgica sem soar ultrapassada.

Filme:

Hm… Vale falar Inception?

Série:

Gossip Girl
Sobre esta preciso discorrer um pouquinho mais. Ouvia falar muito da série antes de finalmente começar a assistir, lá por Maio de 2008. Vi toda a primeira temporada em sequência no YouTube (praticamente virei a noite em claro devorando os episódios), e percebi que tinha encontrado meu guilty pleasure definitivo. Afinal, a série era fraquinha, mas ao mesmo tempo empolgava com as tramas requentadas, as atuações canastronas, as lindas locações nova-iorquinas, aquelas roupas maravilhosas… Só que as desvantagens foram se acentuando com o tempo, a ponto de eu decidir parar de assistir nesta terceira temporada. Isto é, até eu ouvir uns comentários super positivos de uma amiga, e resolver baixar os episódios restantes. Encerrei a terceira temporada, e francamente, sugiro que você faça o mesmo.

Vício:

Pepsi
Sei que faço parte de uma minoria, mas realmente prefiro Pepsi à Coca-Cola. De fato, como não costumo beber álcool (cerveja, então, odeio!), sempre que vou ao bar com os amigos, como fiz à alguns dias, passo a noite à base de Pepsi. E uma porção de batata frita, para completar.

Outras coisas legais e mais ou menos relevantes que me aconteceram durante a semana: encontrei uma amiga muito especial que não via há meses (ela mora no Rio e passou brevemente por São Paulo); saí em dia de semana e fiquei em casa no final de semana; ganhei um Big Mac numa daquelas promoções que às vezes tem no Mc Donald’s (você ganha um brinde se o seu pedido não ficar pronto em sessenta segundos cronometrados, e como eu sempre peço Quarterão sem cebola e sem picles, o meu pedido sempre demora mais para sair); abriu uma janela no meu horário da faculdade, e agora posso dormir até mais tarde na segunda-feira; passei numa Lojas Americanas e encontrei, num daqueles balaios de DVD, os melhores filmes por preços minúsculos; e fui abordado na rua por causa da minha camiseta do Sheldon (a menina ficou doida querendo uma igual e perguntou aonde eu tinha comprado, e eu tentei – de verdade – parecer o menos convencido possível quando respondi que tinha sido em Nova York).

É o que eu sempre digo: a alegria da vida está nessas coisinhas insignificantes, que quando somadas fazem toda a diferença!

Categorias:Cinema, Diversos, Música, TV