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Séries 2010

Dando início ao balanço de melhores e piores de 2010, aqui vai uma lista do que se destacou, por suas qualidades ou defeitos, dentre as séries de TV:

– O mundo inteiro parece ter comentado o final de “Lost”, que, depois de seis anos de mistérios acumulados, foi encarado como um verdadeiro evento. Mas trama a apelou para uma resolução mística e deixou muitos fãs fervorosos indignados!

– Apesar de não acompanhar “24 Horas”, o encerramento da série também deu o que falar.

– “Mad Men” permanece o melhor drama em exibição, e Jon Hamm e Elisabeth Moss, o melhor ator e atriz em qualquer programa.

– “Breaking Bad” cresceu horrores e apresentou episódios épicos na terceira temporada. Bryan Cranston e Aaron Paul continuam arrasando.

– “The Walking Dead” trouxe os zumbis para a TV, mas não correspondeu ao hype.

– “True Blood” se perdeu em subtramas ridículas.

– Muito amor para as sister-wives de “Big Love”, mas a série em si foi terrivelmente irregular na quarta temporada.

– “Dexter” foi constrangedor e covarde.

– A chatinha “The Big C” só vale a pena pela encantadora Laura Linney.

– “United States of Tara” deu um salto criativo na segunda temporada, e a composição de Toni Collette se tornou ainda mais admirável.

– “Weeds” teve altos e baixos, mas se redimiu com o ótimo final de temporada. Mary-Louise Parker em grande forma.

– “Community” conquistou o posto de melhor comédia no ar com a combinação de sátira e desenvolvimento de personagem. Episódios como o da guerra de paintball e aquele em stop-motion nasceram clássicos.

– “Family Guy” e “30 Rock”, outrora as comédias mais geniais da TV, atingiram a mediocridade na maioria dos episódios.

– “The Good Wife” elevou a barra para os dramas de procedimento, com boas histórias e bom elenco.

– Não se pode dizer o mesmo de “House”, que ultimamente só bate ponto.

– “Damages” ressuscitou depois de ser cancelada pelo FX, e ganhará duas novas temporadas na DirecTV. A terceira não foi sensacional, mas ainda assim é digna de atenção.

– “Friday Night Lights”, também produzida pela DirecTV, chegou ao seu quinto ano com a mesma qualidade do início.

– Salvo episódios atípicos como o eletrizante final de temporada, “Grey’s Anatomy” tem dado umas topadas por aí.

– A sétima temporada de “Desperate Housewives”, cujas tramas remetem ao excelente primeiro ano da série, tem superado as expectativas.

– “Gossip Girl” voltou a ser bom – “bom” para o que a série costumava ser em sua melhor forma.

– Perdi gradualmente o interesse por “Glee”. Se antes me empolgava quando Lea Michele abria a boca para cantar, agora reviro os olhos com impaciência.

– Entrementes, a despretensiosa “Greek”, do ABC Family, é sempre uma alegria, igualmente divertida e tocante.

– O final relativamente prematuro de “Ugly Betty” foi triste de ver.

– Já “The New Adventures of Old Christine” terminou e ninguém percebeu.

– “The Big Bang Theory” não faz rir como antigamente, mas Jim Parsons continua inspirado como o neurótico Sheldon.

– “How I Met Your Mother” às vezes erra, às vezes acerta. Quando tudo funciona, é uma das comédias mais engraçadas e emocionantes da TV.

– Betty White empregou todo o amor e prestígio na sitcom “Hot in Cleveland”, que parece uma comédia dos anos 80 ambientada em pleno século 21.

– Pouca gente assiste a “Party Down”, mas essa comédia adulta é das melhores no ar.

– Por falar em comédia adulta, desisti de “Hung” logo no início da segunda temporada.

– “Entourage”, por sua vez, melhorou bastante em relação à temporada anterior.

– As estreias “Caprica” (spin-off da amada “Battlestar Galactica”) e “Parenthood” não emplacaram no meu HD.

– O afastamento do criador prejudicou “Supernatural”, que já não empolga como antes.

– Quando finalmente chegou ao fim, poucos espectadores ainda insistiam em “Nip/Tuck”, que passou de uma das melhores séries da TV (posto que defendeu bravamente nas três primeiras temporadas) para um freak show.

– No comecinho do ano, “Dollhouse”, criada pelo mestre Joss Whedon, teve de apressar a trama para encerrá-la a tempo do cancelamento precoce.

– Encantei-me com duas séries inglesas – “Misfits”, uma mistura irresistível de “Skins” e “Heroes”, e a icônica “Doctor Who”, sobre um alienígena que viaja no tempo.

Acho que mencionei de tudo um pouco. Não?

Categorias:Uncategorized
  1. 23 dezembro 2010 às 8:55 pm

    Lost fica pra sempre no meu coração; sem grande empolgação desde a quinta temporada, fui até o fim porque eu acho que amor é assim. de verdade, de verdade, ele nunca morre, mesmo quando ele some um pouquinho.
    Supernatural eu abandonei; não assisti nem o primeiro capítulo da série atual, porque considero o final da anterior o final da série.
    Greici eu continuo assistindo e amando, até quando é megablé.
    Na verdade, estas 3 séries são um caso de amor mesmo, cada uma no seu grau de importância pra mim, mesmo que eu já não seja mais a mesma.

    Louis, obrigada por mais este ano de blog, viu! Eu adoro te ler, me penitencio toooodos os dias por ser uma enroladora de marca maior e não ter concretizado nosso café como planejado… Mas 2011 tá aí, cheio de riqueza, glamour e alegria, e aí não vamos nos escapar!
    Um lindo natal pra você e tudo de bom. E que papai noel ME dê um presente e te ilumine pra que você não suma completamente do blog nos tempos vindouros.
    Grande beijo e até loguinho.🙂

    • 24 dezembro 2010 às 6:00 am

      Quéroul, minha linda, obrigado a você por seus comentários inspiradíssimos e sua presença constante no blog!!! A existência do Letters em 2010 se deve muito ao seu feedback e a de um grupo seleto de pessoas muito especiais. Ótimo Natal e MUITOS presentes pra você!🙂

      Em 2011 estamos aí. Beijão!

  2. Caroline®
    24 dezembro 2010 às 10:26 pm

    Grey’s ainda é meu amor, apesar de maltratar de vez em quando; TGW é muito bom MESMO; Glee já não me dá frisson, mas ainda gosto; Gossip Girl melhorou (depois da m**** que foi a temporada passada, se piorasse ia pro saco); e estou morta de saudades de White Collar, que pausou em setembro com um fim de episódio de matar do coração e finalmente volta agora em janeiro.

    Louis, te desejo um ano novo maravilhoso, com muitas resenhas de filmes (adoro suas indicações), séries, músicas e muito mais! Bisous!

    • 25 dezembro 2010 às 11:44 am

      Caroline, um 2011 fantástico pra você tb! Espero continuar com seus comentários, neste blog ou aonde mais eu estiver no ano que vem. Beijão!

  3. Bárbara :)
    27 dezembro 2010 às 7:47 pm

    Louis o que você achou da série The Event ? e Fringe ?
    Eu comecei a assistir True Blood a pouco tempo e estou adorando ( a 1º temporada foi ótima).
    Adoro o blog, acesso sempre😉

    • 28 dezembro 2010 às 3:52 am

      Bárbara, baixei o Piloto de The Event e ainda não vi, acredita? Esse hype de “novo Lost” me causa um pouco de bode. Fringe eu abandonei no comecinho, mas soube que melhorou bastante. A lista completa de séries que eu acompanho está na página “Séries 2010” lá em cima😉

      Obrigado pelo elogio e pelas visitas! Espero que continue comigo aonde quer que eu vá rsrs…

  4. PMCarv
    17 janeiro 2011 às 7:45 am

    Eu concordo com muito do que foi dito por vc. Apenas 2 comentários que faço questão de fazer:

    1) Nunca torci tanto por uma série quanto eu torci em Damages, que eleva a televisão a um outro patamar. Minha torcida valeu, que Damages ainda continuará.

    2) Poxa, Glee se perdeu. Eu já não acompanho os episódios com aquela empolgação, mtas vezes até dá raiva do rumo que os roteiristas estão dando para a série. Aliás, a série foi só sensacional mesmo nos primeiros 13 episódios, momento em que os roteiristas não ficavam seguindo e procurando agradar os desejos do público A ou B. Glee sempre teve seus exageros sarcásticos e história inverossível, mas, pelo menos, havia coerência dentro da inverossimilidade. Agora, nem isso (isso sem contar no roteiro, por mtas vezes, mal amarrado). P.ex., é inverossível ter uma professora que faz e diz as coisas que a Sue faz e diz sem receber punição alguma ou sem ter um mínimo de filtro moral ou coração… mas a gente embarca nessa realidade exagerada e aceita de boa; o problema é quando essa personagem super malvada, do nada, faz uma ação boa pelo Glee club ou chega a ser seduzida pelo Prof. Schue, seu arqui-inimigo…. e dei o exemplo da Sue, que pra dizer a verdade, é uma das personagens mais coerentes dentro da história.

    Vejo mtas pessoas dizendo que estão adorando a 2a. temporada e que ela está ficando cada vez melhor. Poxa, que bom que li seu post, pensei que era a única que pensava o contrário.

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