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It’s all happening!

Aproveitando que a semana foi marcada pela volta de uma porção de seriados em suas novas temporadas, vou comentar rapidamente sobre alguns desses premieres:

* 30 Rock – Quinta Temporada: Foi um episódio legal e engraçado, considerando o meu descaso com a série, que um dia eu considerei a melhor da televisão. A quarta temporada foi bastante irregular, com capítulos que iam do brilhante ao horroroso no intervalo de uma semana. Essa começou até que direitinho, com Matt Damon fazendo nova participação e Tina Fey arrasando.

* Community – Segunda Temporada: A melhor comédia na TV hoje em dia retornou com o episódio mais risível da semana. Teve uma ilustre participação de Betty White, mas o roteiro é tão bem sacado e o elenco fixo se encaixa tão bem nos papeis que a velhinha sequer foi o único ponto alto. E nenhuma outra série faz uso tão acertado da metalinguagem (Abed é Deus!).

* Glee – Segunda Temporada: Para “Glee”, a segunda temporada será definitiva para provar que a série tem qualidades e não é apenas fruto de um hype momentâneo. Nesse sentido, o season premiere cumpriu seu dever e até traçou uns paralelos legais com o Piloto. Destaque para a participação de Dot Jones, excelente como a nova treinadora do time de futebol, e para Jane Lynch, que continua destilando o veneno de Sue Sylvester com timing irretocável.

* Gossip Girl – Quarta Temporada: Dois episódios dessa nova temporada já foram exibidos, com base nos quais posso afirmar que “Gossip Girl” retomou a forma que me envolveu nos remotos 2008. Os conflitos são chinfrins e a gente sempre antevê as reviravoltas, mas não é toda série teen que se dá ao luxo de alternar a trama entre a beleza clássica de Paris e a cosmopolita de Nova York. E sei que a Jenny não vai sair da série, porque o nome da atriz continua nos créditos, mas viram só como não está fazendo a mínima falta? Muito pelo contrário: a série fica mais leve e dinâmica sem ela.

* Grey’s Anatomy – Sétima Temporada: Acho que Shonda Rhimes, a criadora de “Grey’s Anatomy”, é capaz de deixar bons ganchos, mas não muito hábil para desenvolvê-los. Eu, particularmente, esperava que os personagens estivessem mais traumatizados pela tragédia do final da temporada anterior, e achei que o season premiere foi menos denso do que deveria ser. Ainda assim, foi abarrotado dos momentos água com açúcar que os fãs tanto adoram. Viva o amor!

* House – Sétima Temporada: Sou da opinião de que, desde a brilhante quarta temporada, “House” vem decaindo cada vez mais. Vejo a série mais por inércia do que por interesse, não ligo para Huddy (como os fãs se referem ao casalzinho House e Cuddy), e não me importo com nenhum coadjuvante em particular (apenas o mala, mas querido, Doutor Wilson me provoca algumas reações). Nada no season premiere me fez ter uma impressão mais favorável. Pois é, acho que os roteiristas não tem mais pra onde ir.

* How I Met Your Mother – Sexta Temporada: Começou ótima, focalizando o tema central que dá título à série (ou seja, aproximando o protagonista de conhecer a futura mãe de seus filhos), e dando foco igualitário aos coadjuvantes. Um adendo: a claque (risadinhas e aplausos que acompanham as piadas) é extremamente dispensável, já que esta não é uma comédia que necessita de um humor tão marcado.

* Modern Family – Segunda Temporada: Às vezes tenho a impressão de que os atores de “Modern Family” são muito mais geniais que o texto com que trabalham, e que conseguem engrandecer, com química e talento, o que caso contrário seria apenas irregular. Foi essa impressão que me deixou o season premiere, um episódio apenas bonzinho, que não faz jus à série que, quando quer, destaca-se como uma das melhores da TV.

* Supernatural – Sexta Temporada: O primeiro episódio da última temporada do programa foi também o primeiro a não ter o criador Eric Kripke como show runner (ele foi substituído na função por Sera Gamble, que passará a filtrar as ideias dos roteiristas e decidirá os rumos da série). Mesmo adorando “Supernatural”, achei que o episódio não soube dar continuidade ao gancho deixado pela temporada anterior, e não me empolguei com algumas propostas que, aparentemente, terão muita importância no decorrer dos episódios. Vamos melhorar!

* The Big Bang Theory – Quarta Temporada: Como esta é uma sitcom com episódios auto-suficientes, cujos eventos dificilmente ecoarão nos episódios futuros, o season premiere não tem muito a acrescentar para o andamento da trama. Tivemos, contudo, uma nova participação da Blossom (sim, aquela do seriado que passava no SBT) como um interesse romântico para o Sheldon, e várias piadas memoráveis partiram dessa situação.

That’s all! Estou analisando minha carga-horária para ver se é possível encaixar alguma série nova que está estreando agora. Sugestões?

Categorias:TV
  1. 26 setembro 2010 às 1:07 pm

    Só me interessa “Modern Family”, do que você postou! ADORO esse programa! Beijo!

  2. Caroline®
    26 setembro 2010 às 4:56 pm

    Concordei muito em Glee e em Gossip Girl. Mas eu gostei bastante da premiere de Grey’s (sétima temporada, honey). Sério que vc queria eles mais traumatizados? Cristina Yang e Miranda Bailey estão completamente em frangalhos! Deu até pena.

    • 26 setembro 2010 às 6:06 pm

      Ka, também gosto bastante de Modern Family, mas acho que você se importaria mais com outras séries mencionadas se lhes desse uma chance!😉 Beijo

      Caroline, é verdade! Sabia que era a sétima temporada e botei errado sem perceber, mas já corrigi. Dito isso, só senti o abalo da Dra. Bailey, e acho que os médicos que foram baleados se recuperaram muito rápido!!

  3. 26 setembro 2010 às 6:28 pm

    Eu gostei muito dessa season premiere de Grey’s.Na questão do trauma todos me convenceram, sério que não sentiu o abalo da Christina? aquela conversa que ela teve com o psicólogo mostrou que ela ta na merda tanto quanto a Bailey.

  4. 26 setembro 2010 às 10:47 pm

    aí que eu dormi de novo e nem consegui ver Supernatural:/
    nem sabia que Greici já tava começando; acho que Dexter é nessa semana que começa, né?
    enfim, vou me atualizar, e aí venho aqui falar sobre…

    ai, Louis, fiz aquela loucurinha de gente ansiosa: fui lá na 2001 da Paulista, achei Johnny got his gun, fiz fichinha de sócia, paguei uma nota e trouxe ele pra casa. tô aqui quicando de ansiedade.
    e ainda trouxe junto Stroszek, que eu sou a louca do Herzog. já prometi que nunca mais olho as prateleiras lá porque vou ter que deixar um rim, meio fígado e talvez as duas córneas se quiser ver mais coisas… mas já tô cogitando fazer a assinaturona de pegar diversos filmes, hahahha.
    😀

    • 26 setembro 2010 às 11:00 pm

      Igor, Bailey foi a única que ficou no fundo do poço. Os demais parecem já ter convertido o trauma para algo positivo. Acho que as marcas deveriam ter sido mais profundas!

      Quéroul, Dexter começa nesse Domingo, junto com Desperate Housewives, Family Guy e outros. De repente, posso acabar fazendo um novo post nesse formato com as séries que faltaram. E passe aqui pra contar o que achou de Johnny Got His Gun! Espero que tenha valido a carteirinha da locadora!!🙂

  5. 26 setembro 2010 às 11:05 pm

    Glee, How I Meet Your Mother & Modern Family, são os que me interessam de resto. My Generation é muito boa!

  6. Caio
    26 setembro 2010 às 11:25 pm

    Em relação a Grey’s, da sexta temporada só assisti os primeiros dez episódio e os dois últimos, e não tenho a mínima vontade de assistir os que perdi. Bateu uma saudade então e decidi dá uma nova chance a série e assisti sua season premiere. Eu gostei do que vi, acho que o episódio foi bem equilibrado e acima da média dos da sexta temporada (pelo menos dos que assisti). Lembrou-me muito os velhos tempos de inspiração de Shonda, deu até um ânimo de voltar a assistir à série. O grande problema de Grey’s, que já se fazia sentir desde alguns episódios da remota quarta temporada e que ficou bem claro a partir da quinta é o péssimo roteiro. Faz muito tempo que eu gritei ‘PQP’ depois que ouvi um diálogo entre personagens, ou então, que Cristina me fez rir como antes.

  7. Charles Fouquet
    27 setembro 2010 às 3:32 am

    Queria dar conta de assistir tantas séries quanto você e o mais importante, conseguir escrever sobre! HAHAHA. Um dia você ainda vai me ensinar o segredo de fazer isso dar certo! Bjsssssss.

    • 27 setembro 2010 às 3:58 am

      Cleber, ainda não conferi My Generation!

      Caio, eu entendo seu desânimo com Grey’s porque eu mesmo me irritei com a série e a abandonei por um tempo, sem planos de retomar. Acabei assistindo o que perdi no midseason, e por mais que tenha visto o season premiere com simpatia, não me empolgo como antes. Aliás, se a sua empolgação durou até a quarta temporada, ótimo. Eu já percebia irregularidades desde a terceira. Só a segunda que eu amo de paixão!

      Charles, me privo de muitas horas de sono para ver minhas séries de madrugada, mas acho que vale a pena! HAHAHA… Escrever a respeito em velocidade relâmpago é uma prática que aperfeiçoei com o tempo, acho. E ainda espero melhorar😉 Beijos!

  8. JULIANA
    6 outubro 2010 às 7:31 pm

    Olha, que ódio dessa April Kepner…e o Derek ainda parece q da trela…Dá-lhe nela Meredith…

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