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De tudo um pouco, ou um pouco de tudo

Como está virando costume, aí vai um post resumindo minhas impressões sobre as séries da semana:

– Bem promissor, o retorno de “United States of Tara”. Na série, a maravilhosa australiana Toni Collette interpreta uma mãe de família com distúrbio de múltiplas personalidades. Na temporada anterior, ela aparecia caracterizada com os mais excêntricos figurinos, para que o público diferenciasse um “alter” de outro (são eles: uma dona-de-casa presa nos anos 50, uma adolescente vulgar e um caminhoneiro maltrapilho). Mas Collette se tornou tão boa na função que nem precisamos mais das roupas para reconhecer um e outro. No season premiere, a vimos se desfazendo de todas as “fantasias” dos alters. Só não pensem que eles vão desaparecer assim tão fácil… As tramas paralelas, como a da irmã interpretada por Rosemarie DeWitt e a do filho homossexual Marshall, também estão bem lapidadas. “Tara” funciona como um drama de personagem, e pelas mãos de Diablo Cody (a premiada roteirista de “Juno), também como uma comédia familiar atípica. Fruto do Showtime!

– Para muitos especialistas, “Breaking Bad” – sobre um professor de química que passa a produzir metanfetamina a fim de pagar seu tratamento contra um câncer – é um dos melhores dramas no ar. O season premiere, no entanto, não esteve à altura dessa badalação. Só que os dois atores, Bryan Cranston e Aaron Paul, são tão bons que eu nem ligo. Recomendo sem pestanejar!

– “Damages” demorou pra engatar, mas agora que chegamos à reta final e que as situações estão tomando forma, dá pra perceber que o saldo da terceira temporada será muito positivo!

– Imagine que eu estou comprimindo meu dedo indicador contra o polegar. Falta esse ‘tiquinho’ pra eu largar “Gossip Girl”! Gente do céu, nem parece a série que me fez devorar a primeira temporada de uma sentada só! A canastrice sempre esteve lá, mas sempre funcionou como um charme extra. Agora é só indício da enorme preguiça dos roteiristas. Última chance!

– Entrementes, “Greek” continua sendo minha série favorita. Pena de quem não vê!

– O episódio do Richard Alpert em “Lost” trouxe várias das respostas que os fãs mais fervorosos tanto cobram. E foi bem bom, até. Me deixou empolgado pelo que está por vir, apesar do finalzinho ter sido chupado de “Ghost” (só faltou a Whoopi Goldberg e “Unchained Melody” tocando ao fundo).

– “How I Met Your Mother” e “The Big Bang Theory” são o combo das minhas noites de Segunda (ou das tardes de Terça). Numa boa semana, rio igualmente com as duas. Dessa vez, ri bicas com Barney e sua turma (alguém realmente acha que o protagonista é o Ted? Tenha dó!), mas não esbocei um sorrisinho com a galera do Sheldon. Às vezes os roteiristas pesam a mão, e só o que consigo pensar é porque alguém suportaria o Sheldon por mais de dois minutos sem mandá-lo ir à merda.

– Já é a segunda semana consecutiva que “30 Rock” entrega episódios nota 6. Que é isso, Tina Fey?

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Categorias:TV
  1. 28 março 2010 às 6:15 pm

    cruzes. o último ep. de Lost me fez morrer de desgosto (e dormir umas vezes). detestei. a interpretação do Richard aí (nem sei como é o nome do ator) foi péssima. nunca o achei o melhor ator da série, mas nunca tinha visto tanta canastrice assim. achei o pior episódio já feito (claro que tem outros, que eu sei que já xinguei Lost antes. mas esse ganhou neste ano!).
    ainda mais depois da incrível dupla Linus/Recon – os episódios que me salvaram na última temporada, até o momento, Ricardus e seu Ab Aeterno foi um pedes no meu sacus!

    todos os outros que vc citou, não vi. Greek eu cheguei a assistir alguns episódios e achei tão bacana… mas nunca acompanhei de verdade.
    eu quero ver Dexter, de maratona! 🙂

  2. 28 março 2010 às 6:23 pm

    Gostei muito do episódio do Alpert. Foram 40 e tantos minutos muito bons, e 1 minuto (o final) de vergonha alheia.
    Já “United States of Tara”, assim como “Nurse Jackie”, eu achei abaixo da média, ainda não gosto da trama dos filhos da Tara.
    E “Damages” está fabulosa, principalmente porque finalmente resolveram complicar um pouco as coisas pra Patty Hewes (e o que foi ela ownando o Ted Danson?)
    E já estou começando a achar que essa temporada de “30 Rock” precisa ligar o alerta vermelho. Foram 2 episódios mais-ou-menos seguidos.
    E eu estava vendo o começo da segunda temporada de “Greek”, mas estava tão legal que eu vi 2, e esqueci de ver o resto e nem lembro o nome do personagem principal. Quando é que melhora essa série?

    • 28 março 2010 às 10:19 pm

      Quéroul, jura que não gostou nem do ator? Tb não sei o nome dele (um cara X que tá sempre com sombra de olho), mas achei que ele mandou bem! Não foi um episódio perfeito, não mesmo, e inserido numa temporada melhor ficaria ainda mais apagado, mas perto dessa leva, tá de bom tamanho. Como eu me perco nessa mitologia do “Lost”, estou vendo a série mais por hábito do que esperando por respostas. Logo não ligo muito pras soluções mirabolantes que eles encontram (afinal, tem muito tempo que Lost deixou de ser sobre os personagens que conhecemos no desastre de avião; eles viraram peças de xadrez nesse jogo entre o Bem e o Mal – ou seja, a-fe!). E Greek é awesome!!! 🙂

      L. Vinícius, larguei Nurse Jackie depois de uns cinco episódios. Curti o Piloto, achei intenso e a personagem bem interessante. Mas enquanto a série progredia, vi que a mulher era menos macabra do que parecia. Edie Falco dá show, e junto com Toni Collette, é uma das melhores atrizes da TV. Mas só insisto em Tara dentre os dois shows. AMEI a Patty ownando o Frobisher, e finalmente Glenn tem tido melhores oportunidades, numa temporada onde ela só tem olhado por cima dos óculos com aquela cara de mestre dos magos (o show tem sido de Campbell Scott, Tate Donovan e Martin Short; nem Rose Byrne tem muito a fazer com Ellen nessa fase atual). Já 30 Rock está longe de ser o que era, o que de repente é bom, pq aquele monopólio nos prêmios já estava cansando. Eu reconheço que Greek não é pra todo mundo; as vezes é infantilizado demais, os conflitos são bobinhos e tal. Mas pra quem é fascinado pelos filmes sessão da tarde, aquelas comédias bacanérrimas dos anos 80, é imperdível, porque “Greek” resgata um pouco dessa atmosfera (um episódio da terceira temporada foi todo feito no estilo de uma comédia romântica dos 80’s)! Foi a partir desse ano que me rendi de vez.

  3. 28 março 2010 às 11:25 pm

    Vou comentar somente aquela série que assisto e nem vi ainda os novos episódios, porque continuo esperando a volta de “Damages” ao AXN. Beijo!

    • 29 março 2010 às 10:10 am

      Ka, você sabe que eu te admiro muito por conseguir esperar pra ver na TV paga, né? rsrsrs… Beijo!

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