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Glee, um balanço

A primeira metade da temporada de “Glee” chegou ao fim nesta Quarta-feira nos Estados Unidos. Agora, episódios inéditos só em Abril. E quer saber? Quero coma induzido até lá. Que fall finale espetacular, afe. Não vou entrar em detalhes para que este texto seja acessível aos infelizardos que estão acompanhando a transmissão na TV Paga brasileira (infelizardos não só porque esperam um tempão desnecessário para ver, mas também porque o canal que exibe a série, a FOX, costuma dublar todos os seus programas, e este não foi exceção – sorte de quem sabe inglês e recorre à tecla SAP). Em vez disso, vou fazer um comentário geral sobre estes treze episódios que se passaram.

Eles deixaram a certeza de que “Glee” foi mesmo a grande estreia do ano. Não é tão boa quanto “Modern Family”, sua concorrente no mesmo horário, mas é certamente aquela que mais causou por onde passou. Amando ou odiando, todo mundo ouviu falar em “Glee” e discutiu calarosamente a respeito, seja a favor ou contra. Eu me rendi desde o princípio, mas confesso que tinha – e tenho – algumas restrições. Certas opções me pareciam estranhas. A estrutura narrativa, por exemplo, é bastante atípica – todos os episódios são como pequenos filmes de 40 minutos, com começo, meio e fim. Acontecem mais coisas nesse meio-tempo do que em temporadas inteiras de outras séries. Mas acabei percebendo que essa agilidade vem a calhar. Manter o ritmo apressado e livre de enrolações é essencial para que o público-alvo – os jovens – não se canse e mude de canal.

Eu mesmo, que sou um telespectador treinado, cheguei a perder a paciência em mais de uma ocasião, mas por conta de uma das tramas. Me refiro, é claro, à ridícula historinha da cheerleader grávida, que caiu do céu justo quando a mulher do Professor estava forjando uma gravidez, e precisando desesperadamente de uma criança para adotar e passar por sua. Ninguém, mas ninguém mesmo, quer saber disso. Falo por experiência, por ter trocado opiniões com fãs do mundo todo (ui). O que as pessoas querem são músicas e mais músicas, muita interação entre os adolescentes (de preferência com sugestões de pares românticos excêntricos, tais como Puck & Rachel ou Finn & Kurt), e Sue Sylvester mais diabólica que nunca. Aliás, quando se conta com uma comediante de alto nível como Jane Lynch, não importa se o enredo anda em círculos (como às vezes costuma acontecer): mesmo que Sue planeje aniquilar o Clube Glee em todos os episódios (sendo frustrada no final dos mesmos), essa situação sempre vai render as melhores risadas. Só não precisavam ter repetido tanto aquele esquema de algum membro do coral (ou vários) abandonarem o grupo para retornarem logo em seguida. Deu no saco.

Creio, no entanto, que essa aparente falta de inventividade não seja preguiça dos roteiristas, tampouco do criador Ryan Murphy (e olha que, como público cativo de “Nip/Tuck”, tenho meus motivos para reclamar do Sr. Murphy, visto o cocô que está sendo esta última temporada do programa). “Glee” pode parecer bastante superficial, mas tem um propósito ao se aproveitar de tantos estereótipos. A intenção é clara: apresentar personagens bidimensionais com características inegavelmente americanas, e fazer humor em cima disso. A certo ponto, a equipe tem a boa intenção de tentar desvendar – ou mesmo matizar – esses tipos prontos, através de uma porção de cenas tocantes que os humanizam. Nem é preciso – as cenas em questão são lindas e edificantes, mas tornam tudo sério demais e fogem do clima de descontração e sarcasmo que cai tão bem à “Glee”.

Do elenco, quem mais custou a me convencer foi justamente o mocinho Cory Monteith, que interpreta o Finn (o papel ficou entre ele e o Tripp de “Gossip Girl”, que parece mesmo envelhecido demais para se passar por colegial). Monteith, canadense de nascimento, não cantava nada antes de ser aprovado para a série – como teste, mandou um vídeo de si mesmo atuando e tocando bateria. Murphy gostou do tipo do rapaz e lhe deu uma chance. Só então ele começou a ter aulas de canto, o que se nota em muitas das apresentações. Ainda está verde, e se ao menos compramos seu jeito de bobão, temos dificuldade em acreditar que o garoto é mesmo a sensação que todos dizem. Até porque, no pouco que ouvimos, ficou claro que tanto Artie quanto Puck tem vozes melhores, e que seriam uma salvação mais crível para o glee. O restante é bem talentoso. Com exceção de Dianna Agron – a líder de torcida Quinn e elo mais fraco do grupo -, vejo futuro em todos, como dançarinos ou cantores. Acho que não é preciso me estender na Lea Michele, a Rachel – que não só tem futuro, mas um passado extenso, na Broadway desde criancinha e protagonista original de “Spring Awakening”. O Professor Will, Matthew Morrison, é outro a vir dos palcos nova-iorquinos, com créditos nas montagens de “Hairspray” e “South Pacific”.

Vamos resumir essa ópera. Minha escolha para melhor episódio, dentre os treze exibidos, é o último, “Sectionals”, com a aguardadíssima competição. Para pior, elejo o terceiro, “Acafellas”, que se desviou demais do foco principal com a chatíssima boy band que o Professor fundou (o grupo alcançou sucesso instantâneo e inverossímil). Melhor personagem: empate técnico entre Sue, Rachel e Kurt. Pior: Teri, a mulher bitch do Will. Melhor Apresentação: Don’t Rain on My Parade, versão da Lea Michele, vista no fall finale (tem que ser um dos melhores vocais que já ouvi na vida). Pior Apresentação: Hm, a única que eu achei verdadeiramente ruim foi aquele solo da Quinn, “You Keep Me Hangin’ On” (galera, vamos aprender a deixar quem tem voz fraca no background). E o que esperar do restante da temporada, no ano que vem? Além da mesma energia contagiante, há dois novos adendos: Jonathan Groff participará como o líder do Vocal Adrenaline, o coral que será a maior ameaça dos gleeks nas próximas competições, e Idina Menzel, minha diva, está negociando para ser a técnica deste mesmo grupo. Entendeu agora o meu desejo de entrar em coma voluntário? Chega logo, Abril!

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Categorias:TV
  1. 11 dezembro 2009 às 1:31 am

    Fall finale? Eu fiquei sabendo desde a estreia que Glee teria apenas 13 episódios em sua primeira temporada. O.O E não chama e a última temporada de Nip/Tuck de cocô, hasuhshuasuhas. Cocô foi o começo, tenho certeza que engrena, pelo menos depois da fall season e também achei “Alexis Stone” e “Alexis Stone II” dois grandes episódios que não via desde a quarta temporada da série, não foram a altura da primeira, mas foram bem centrados em relação as duas últimas temporadas. Ah e Glee é ótima. *-*

  2. 11 dezembro 2009 às 1:31 am

    Eu quis dizer “das primeiras”.

    • 11 dezembro 2009 às 2:32 am

      Mark, isso era no começo, enquanto não se tinha ctz do sucesso da série. Já tem um tempinho que confirmaram que Glee vai ganhar uma temporada completa, com mais de 20 episódios. 13 vão ao ar esse ano, e os demais, a partir de Abril do ano que vem! 😉

      Me perdoa por metralhar Nip/Tuck, vc sabe que eu estava super empolgado com a série tb, pelos episódios que vc mencionou… Mas está voltando a decepcionar, e somando ao começo ruim, o saldo é negativíssimo para uma temporada final!!!

      Ainda somos amigos? rsrsrs

  3. William
    11 dezembro 2009 às 2:59 am

    O que mais me interessou em Glee, foi o musical com certeza, porque na história em si (não me interessou muito). o pessoal realmente canta muuito e deixou todos os espectadores cantando suas músicas pelos menos por poucos segundos rsrs.Que venha logo abril que por conhecidência, a estréia da segunda temporada de Glee será bem no meu aniversário *-*

  4. William
    11 dezembro 2009 às 3:01 am

    Segunda temporada não. DER

  5. 11 dezembro 2009 às 6:58 am

    é realmente uma série formidável, Louis. quem sabe não pinte alguma indicação ao Globo de Ouro. seria joia. acompanho ela pela Fox. abraço 🙂

    • 11 dezembro 2009 às 9:58 am

      William, que presentão, hein??? 🙂 Glee retornando no dia do meu aniversário, não pediria mais nada!

      Jeniss, aposto que será indicada em Série de Comédia, Atriz (Lea) e Coadjuvante (Lynch). Vamos torcer! 😉 Abraço.

  6. Tiago
    11 dezembro 2009 às 10:55 am

    Concordo com você o ultimo episodio foi o melhor de todos e odeio o terceiro, foi o unico que eu vi só uma vez porque assim eu acho super legal ver os ep de Glee e colocar nas partes musicais que realmente são os melhores momentos da serie. Questão de história eu tbm me divirto mas tem umas situações que são bem chatas mesmo.

    Sobre os atores também achei a Dianna/Quinn a mais fraca interpretando e cantando e os que me consquistaram desde o começo também foram Sue e Rachel. Agora algo que eu acho que pode dar no que falar é a questão Kurt/Finn pois personagens gays tem e de sobra em filmes e tv, e nunca vi em series uma historia em q um gay se apaixona pelo “mocinho” nesse tipo de idade que eles estão e a proporção que isso pode levar ao personagem Kurt, seria interessante ver nos proximos eps ou em outras temporadas se vierem.

    Agora sobre Idina Menzel nao sabia desse lance de ser tecnica, pois ouvi que ela seria a verdadeira mae da Rachel e tals e quando eu vi colocaram uma foto para mostrar as semelhanças das duas, não sei se era a foto q colocaram mas as semelhanças eram incriveis oO enfim dependendo de quem vier, do que for ser e como vai ser eu tbm vou aguardar ansiosamente pelos novos episodios, vai fazer falta até abril mesmo.

  7. 11 dezembro 2009 às 12:14 pm

    Ainda somos amigos, uhashsauhas. E espero que continue no ritmo dos melhores depois desses ruins, só não pode piorar de novo, haha.

    • 11 dezembro 2009 às 7:02 pm

      Tiago, não estou achando que Kurt e Finn irão adiante, até porque Finn não é gay e a paixão do Kurt é platônica. Tanto que sempre que isso é abordado é do ponto de vista cômico, pq já sabemos que Kurt irá quebrar a cara. Na questão da homossexualidade, Glee foi sério quando precisava ser – quando o menino se assumiu para a Mercedes e, no episódio seguinte, para o pai! Outras séries com jovens gays são Ugly Betty e United States of Tara (nessa última, o menino transa com um colega da escola). Quanto a Idina, logo que se falou numa participação, especularam automaticamente que seria como mãe da Rachel, vide a semelhança entre as duas, mas parece que explorar a família dos personagens não está nos rumos da série. Então Idina será a coach, com muitas chances para soltar o vozeirão! 🙂

      Mark, vou torcer muito pra melhorar, até pq sei o qt vc ama Nip/Tuck e como vai ficar arrasado se essa última temporada não corresponder! huahuahua

  8. 11 dezembro 2009 às 8:03 pm

    Então, eu não acho “Glee” a maravilha que você pintou, tem umas coisas que não descem, mas quando eles resolvem fazer um episódio legal, é muuuuuito legal, igual a The Office, o problema é que quando o episódio começa chato, é um porre do início ao fim.
    O bom é que quando a música é tratada como uma fuga da realidade dos alunos nerds e coitados, e não uma alucinação ambulante como foi com a Mercedez em “Acafellas”, eu nem ligo se eles cantam demais, ou se a música é playback (Sr. Schue e Finn são péssimos dubladoresm, fala sério). O ruim é que quando se tira a música, o que sobra é só o Glee sendo ameaçado de todos os lados, SEMPRE, Sue Sylvester, e um bando de tramas bocós de High School Musical que me dão sono.
    Tomara que melhorem essas tramas bobas até o season finale.

  9. 11 dezembro 2009 às 8:05 pm

    E acho a Lea Michelle uma cantora perfeita, mas uma atriz normal.

    • 11 dezembro 2009 às 9:39 pm

      Luiz, vc quer dizer que Sue Sylvester te dá sono?? Ela é uma das personagens mais engraçadas da TV, mesmo que a trama dela se resuma a isso rsrs… Ruim mesmo só achei a trama do bebê. Essas outras podem ser pouco inventivas, mas costumam render bons momentos. Quanto a Lea, achava o mesmo, mas ela acabou me surpreendendo no decorrer da temporada – no décimo segundo episódio, quando mostraram que a Rachel se inscrevia em tudo que é tipo de clube, percebi o quanto essa caracterização é interessante e bem feita, mais ou menos como Reese Witherspoon em seu melhor trabalho, “Eleição”.

  10. 11 dezembro 2009 às 10:31 pm

    Louis, tenho acompanhado “Glee”, na FOX. Gosto da série, mas ela não corresponde ao barulho todo que faziam, entende??? Os personagens são carismáticos, as histórias são legais, mas eu fico preocupada com a longevidade de uma história como essa… A fórmula pode se tornar repetitiva com o tempo. Beijo e bom final de semana!

  11. 12 dezembro 2009 às 12:32 am

    oq me desanimou a assistir foi a dublagem tosca e ridicula q a FOX faz. esperarei chegar em dvd para assistir, assim todo o “frenesi” por glee já terá passado (espero) e poderei assistir tranquila XD

    o ruim será se me decepcionar com essa serie XD

    • 12 dezembro 2009 às 1:11 am

      Ka, eu suspeitava o mesmo no comecinho tb, mas eles foram encontrados novos caminhos e não tropeçaram nesses treze episódios… Vamos torcer para que continue assim! Porque, apesar dos pesares, é um programa irresistível! 🙂 Beijo, bom fds e melhoras!!!

      All_182, se não quiser esperar tanto pra ver em DVD, sempre pode baixar! Já tem tudo em RMVB, e com legendas embutidas!

  12. Adriano
    12 dezembro 2009 às 4:50 pm

    Glee é irresistível. Eu não queria assistir à série por causa de toda a hype que me parecia exagerada, mas domingo passado decidi assistir ao pilot… Bom, o resultado é que ontem à noite já estava assistindo ao Fall Finale. Sinceramente, o que mais me encantou na série é o texto e os personagens. O primeiro porque a mim não soa forçado em nenhum momento; na maioria das séries sempre tem alguma fala ao longo do episódio que eu fico “Has he/she really just said that?”, algumas coisas que tu sabe que ninguém nunca diria, exageros, enfim… eu acho o texto de Glee na medida e isso me agrada muito. E grande parte disso, eu acho, é devido à verossimilhança dos personagens. Eu gosto que mesmo que alguns sejam estereotipados (como o Finn e a Quinn), ainda assim eu sinto como se eles pudessem ser adolescentes americanos de verdade e não dois personagens de seriados teen, que é o que me irrita em grande parte dos seriados teens. Enfim, a série não é perfeita, como tu me disse Louis, mas é divertíssima. Só acho que os coadjuvantes podiam ter storylines e não só os principais: por exemplo, só mostraram o desenvolvimento da história do Artie e da Tina no episódio que focou na história dele e depois não falaram mais nada. Isso tende, na minha opinião, a enfraquecer a história ao longo do caminho, porque uma hora os personagens principais ficarão saturados.
    Com relação a Quinn (Dianna Agron), eu não sei por quê, mas eu gosto dela. Tudo bem que essa história da gravidez foi meio chata, mas foi ela que ficou com o papel mais dramático da série, por assim dizer, e, se não deu um show, pelo menos conduziu bem a história… não sei, acho que simpatizei pela mocinha.
    Enfim, também quero coma induzido até abril. 🙂

    • 13 dezembro 2009 às 1:40 am

      Adriano, seu comentário é muito pertinente. Glee escapa de uns diálogos bocós, mas cai em clichês por algumas de suas situações. Acho Finn burrinho demais para ser verdade rsrsrs… Porém entendo o que vc quis dizer. Os estereótipos funcionam porque geralmente representam tipos que existem, indeléveis daquele ambiente tão americano. E acredito tb que essas tramas coadjuvantes deixadas sem solução serão retomadas em breve, quando convir para o plot! Quanto à Quinn, gostei mesmo é dela confrontando a Sue, no episódio 12! Tem que ter “corági”!!! 🙂

  13. thiago carrilho
    13 dezembro 2009 às 10:32 pm

    bom, sou mais um recém-viciado na série e achei interessante e informativo o texto, mas não concordo quando você afirmou que os personagens adolescentes são estereotipados. Eu mesmo, ao lembrar dessa fase da minha vida, vejo muitos momentos parecidos, com aqueles sonhos idiotas e as fixações. Adolescentes são estereotipados por natureza, isso torna a série bastante realista nesse aspecto, e sao assim porque buscam ser assim. Minha cunhada de 15 anos se auto-intitula “otaku” e minha prima “indie”. Então isso é uma forma que eles usam para se posicionar de alguma forma e, tendo um grupo, parecerem mais fortes. Os momentos em que aparecem os pensamentos deles, como quando o finn fica pensando como a bunda da rachel é bonita. ou quando a rachel se apaxona pelo professor pensando que quando ele não estava “tentando arruinar a vida dela até era legal” soam bem mais realistas que os diálogos existenciais de outras séries como the OC e one three hill. As atitudes deles, com as fraquezas, os egoísmos e as inconsequencias soam bem familiares e críveis. Claro que há os exageros necessários a uma comédia/musical. Enfim, ainda estou sob o efeito do season finale, mas desde já me declaro fã da série!

  14. 14 dezembro 2009 às 12:27 am

    Acredite: não consegui baixar o piloto ainda! Já to me estressando com esse computador. Vontade de quebrar ele!!! ¬¬
    Vou ver se nessas ferias conigo baixar com tempo e paciencia. rsrs
    =*

    • 14 dezembro 2009 às 7:50 am

      Thiago, os estereótipos que eu me refiro não são as tribos, mas as características intrínsecas que as definem – por exemplo, os atletas e as cheerleaders são, por definição, arrogantes e bulliers, e sempre desfilam com os uniformes para tudo que é lugar. Nesse ponto, os tipos feitos são empregados com sucesso, justamente para satirizar esses elementos da cultura ianque. Não falo em tom de crítica – acho que isso é empregado para fins válidos, e tb sou super fã de Glee!

      Jecik, rode a manivela para esse computador funcionar, menina!!! 🙂 Glee é imperdível.

  15. thiago_carrilho
    15 dezembro 2009 às 3:34 pm

    Sim, entendo que isso são as características típicas que parecem defini-los, mas a série mostra que isso na verdade é uma coisa que se espera deles, não necessariamente que eles queiram ou gostem. Os amigos do fim, por exemplo, o pressionam quando ele resolve não sacanear mais os nerds e quando ele vai participar da foto para o anuário. A verdade é que para eles, é preferível agir assim e ter popularidade do que tentar agir da forma certa e serem exclúidos. É o típico ideal americano da imagem acima de tudo. Os escândalos políticos e sexuais das celebridades mostram que é bem real essa forma que eles tem de agir, mantendo uma figura ideal frente aos outros, mesmo que ela não revele quem são realmente.

    • 15 dezembro 2009 às 4:13 pm

      Thiago, exatamente. Foi a isso que eu me referi quando disse que a série tb tem a boa intenção de desvendar esses estereótipos.

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