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Grey’s Anatomy em retrospecto

Antes de me aprofundar em “Grey’s Anatomy”, deixo minhas congratulações à nossa Meredith Grey, Ellen Pompeo, que deu à luz uma menininha na semana passada (divulgaram o nascimento para a imprensa com atraso). Pompeo e o maridão Chris Ivery deram as boas vindas à Stella Luna (ou “estrela da lua”). Em função disso, os episódios sem Meredith devem ser rodados em breve. Katherine Heigl também deve se ausentar eventualmente em função filmagens de seu novo filme, e o mesmo deve acontecer com Patrick Dempsey. Mas tudo isso é história a ser contada pela sexta temporada, que estreia na noite dessa Quinta-feira nos Estados Unidos. O gancho deixado pela temporada anterior você já está careca de saber: George e Izzie à beira da morte se encontrando no além. Todos os promos e sneak peeks divulgados pela ABC confirmaram a morte de O’Malley, e o que os fãs estão doidos para testemunhar é como cada personagem vai lidar com essa perda. Um review completo do episódio, com todas as minhas expectativas para a nova temporada (porque a passada, vamos combinar, foi bem irregular), virá logo em seguida. Até lá, vamos relembrar as cinco temporadas que tornaram “Grey’s Anatomy” um fenômeno da TV:

1

* Primeira Temporada: Foram nove episódios bacanas e redondinhos (inicialmente seriam catorze, mas quando o nono capítulo foi ao ar após o season finale de “Desperate Housewives” a emissora decidiu que o término da temporada naquele ponto seria conveniente). E ficou até um gancho involuntário: a aparição de Addison, esposa do bonitón Derek, que estava de rolo com a heroína Meredith desde o primeiro episódio (eles fizeram sexo casual após se conhecerem num bar, mas acabaram se reencontrando no trabalho – ele seria seu supervisor no hospital onde ela começaria a trabalhar como interna). Os personagens ainda eram brutos, como – se me perdoa a cafonice – diamantes a serem lapidados. Descobrimos de supetão que Grey era filha de uma cirurgiã famosa, e que a mulher estava tendo a memória corroída pelo Mal de Alzheimer (Meredith visitava a mãe no asilo onde ela estava internada, e não compartilhava o drama com mais ninguém). Dos colegas no hospital, George era o atrapalhado, Izzie era a modelo que queria ser reconhecida por mais do que o visual, Cristina era a competitiva e centrada, e Alex era o babaca (uma curiosidade é que o personagem não estava incluso no Piloto original; como deduziram que George precisaria de uma companhia masculina, escreveram e filmaram suas cenas depois). Não sei se repararam, mas as iniciais do quinteto – Mer, Alex, George, Izzie e Cristina – formam a palavra “magic”, mágica. Seria coincidência? Enfim, entre os cirurgiões mais graduados estavam, além de Derek, o metido Preston Burke e o Chefe de Cirurgia Richard (que só ganharia destaque na segunda temporada, quando fica evidente o caso que manteve no passado com a mãe de Meredith). E é claro, há a responsável direta pelos internos Miranda Bailey, macérrima e bem mais mandona do que estamos acostumados a ver nas temporadas recentes. Notem que os primeiros episódios tinham Meredith como centro da ação (sua narração hoje é mais generalizada, mas costumava ser feita em primeira pessoa), e que só com o tempo os coadjuvantes passaram a ter o mesmo peso. Não chegou a revolucionar o gênero “séries médicas”, mas divertiu o suficiente para começar a angariar seguidores. Média: B+

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* Segunda Temporada: São vinte e sete episódios, contando logo de início com a adição de Addison ao grupo de personagens fixos e, mais ao final, com a chegada de Callie (que viria a ser um interesse romântico para George, depois que as esperanças dele de formar um casal com Meredith foram por água abaixo numa desastrosa relação sexual). Também foi aqui que surgiu Denny Duquette, o paciente cardíaco por quem Izzie ficou perdidamente apaixonada, a ponto de estrapolar todos os limites éticos e de desistir da carreira médica após sua morte. A gravidez de Chandra Wilson, a Miranda, foi incorporada ao plot, e o episódio em que nasce seu bebê se tornou um grande evento ao ser exibido após o SuperBowl (para atrair o público masculino que assistia ao torneio, o capítulo se iniciava com um sonho erótico de George, com Meredith, Izzie e Cristina tomando banho juntas; em seguida chegava ao hospital um paciente com uma bomba caseira dentro de seu corpo, e a partir daí, a ação ditou o tom do episódio). Os pombinhos Meredith e Derek passaram quase todo o tempo afastados – ele decidiu dar uma nova chance ao seu casamento com Addison e ela voltou a fazer sexo promíscuo, até se firmar com um veterinário viúvo (Chris O’Donnell). Cristina e Burke passaram a ter uma relação séria, indo inclusive morar juntos. Alex foi se humanizando e ganhando novos contornos, em parte porque Izzie lhe inspirava a ser uma pessoa melhor (e obviamente não levou numa boa quando ela preferiu um paciente morimbundo a ele). Discretamente surgiram informações relevantes sobre o passado dos personagens (não só do já mencionado affair entre o Chefe e a mãe da Meredith, mas também o fato do pai da protagonista tê-la abandonado; ou então que Izzie teve uma filha na adolescência e que deu a garota para adoção; ou ainda a menção de que Alex teve um pai alcoólatra). E em meio a esse folhetim, casos médicos mais criativos que nunca. Resultado: foi a temporada perfeita, imprescindível para atestar que “Grey’s” tem sim uma linguagem própria, ideias interessantes, emoção, bom humor e uma trilha sonora escolhida à dedo. Média: A+

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* Terceira Temporada: Dos vinte e cinco episódios do terceiro ano, alguns mantiveram o nível da temporada anterior, e outros evidenciaram a exaustão dos roteiristas. Foi aqui que inventaram, por exemplo, o pior casal já criado pela série – George e Izzie, que até dormirem juntos mais pareciam Will & Grace. Mais absurdo do que o sexo foi eles terem se convencido de que estavam apaixonados um pelo outro, a ponto de George cogitar terminar seu casamento-relâmpago com Callie (ele a propôs num momento de insanidade, pouco depois da morte de seu pai). Dentre as tramas recorrentes estavam a mão trêmula de Burke (ele fora baleado no final da segunda temporada e tinha problemas em realizar suas cirurgias com precisão – segredo que Cristina ajudou a esconder). Os dois também marcaram casamento, que acabou não acontecendo porque o ator Isaiah Washington foi demitido (dizem que o clima no set estava horrível, depois que ele chamou T.R. Knight, o George, de “bichinha”, forçando o cara a assumir publicamente sua homossexualidade). Entrementes, Derek e Addison terminaram o casamento de vez; ele arranjou conforto nos braços de Meredith e ela, nos de seu antigo amante Mark Sloan, um cirurgião plástico que se tornou parte do staff do hospital (engraçado que todos os médicos contratados ali são os “melhores da costa leste” ou algo do tipo). Mas Sloan não teve muito o que fazer, e tudo na trama de Addison (inclusive o flerte e depois o sexo com Alex) foi para abrir caminho para a saída da personagem, que ganhou um spin-off “Private Practice” (ela se mudou pra Los Angeles para trabalhar na clínica de uns amigos da época da faculdade – e os episódios que deram origem a isso, exibidos como capítulos de “Grey’s”, foram simplesmente os piores da série). E MerDer? Iam bem, obrigado. Mas eis que os traumas do passado dela ficam mais evidentes, a ponto de ela se afogar intencionalmente enquanto ajudava a resgatar as vítimas de um acidente na barca de Seattle. Ela deu uma voltinha no além, mas acabou ressuscitando, é claro (engraçado que o hospital estava um caos, com feridos a torto e a direito, mas todos os cirurgiões foram fazer plantão na frente do quarto da MerMorta – sério, ela é legal, mas não é pra tanto). O maior propósito desse desastre na barca foi aproximar Alex de uma das mulheres que resgatou, uma grávida que sofria de amnésia – mas até essa trama cansou, e remeteu horrivelmente a Denny Duquette. Média: B+

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* Quarta Temporada: Teria a duração de uma temporada normal, mas foi encurtada para dezessete episódios em função da greve dos roteiristas americanos. Talvez essa confusão tenha desmotivado a equipe, porque essa foi a pior leva de episódios que “Grey’s” já fez. Das inúmeras mudanças, quase nenhuma prestou. Foi mal aproveitada, por exemplo, a ideia de dar a cada um dos internos – agora residentes, com exceção de George, que reprovou no exame – seus próprios internos para serem responsáveis. Eles ainda estão verdes e não sabem ensinar. Tratavam os novos internos com um desprezo que não existiria jamais num hospital de ensino. Ficou forçado, difícil de engolir. E mesmo adorando a Meredith (sei o quanto a personagem é detestada, mas não posso evitar, é uma das minhas favoritas!), me cansei pela primeira vez de suas idas e vindas com Derek. Eles estavam oficialmente terminados, mas dormiam juntos todas as noites. Até que ele se cansou e foi buscar uma relação séria com uma enfermeira chatíssima. Até que se reaproximou do amor de sua vida numa série de cirurgias experimentais, que tinham como propósito reduzir tumores no cérebro através da inserção de um vírus no local. É claro que MerDer acabariam juntos – isso é o que o público quer ver, afinal de contas. Só não precisavam tê-los unido numa cena tão cafona e irreal como aquela em que a Meredith constrói uma casa de velas no terreno onde o trailer do Derek fica estacionado. Isso não existe, hello! Também não tinha necessidade de, entre os internos, estar a irmã biológica da Mer, Lexie. A menina é mais chata que teta de boi. Irritante mesmo. Só não mais irritante do que Izzie, que ainda ludibriada por seu amor absurdo pelo George, estragou o casamento da Callie e ficou perdidinha da silva (Katherine Heigl reclamou do nível de seu material, e tinha razão – só errou em ter falado em público, em vez de levar a reclamação direto para os roteiristas). Sloan, que não teria razão de existir sem Addison ali, retomou a amizade com Derek, de forma até meio forçada. E para substituir Burke surgiu a tirana Dra. Hahn, que fez Cristina passar poucas e boas em suas mãos (até isso ficou over). Mais absurdo ainda foi terem inventado um relacionamento lésbico entre Callie e esse bode – alguém tinha a impressão que daria certo? Média: C+

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* Quinta Temporada: Com exceção do season finale e de alguns outros espaçados, os vinte e quatro episódios da quinta temporada foram marcados por péssimas decisões. Os personagens originais já não estavam rendendo como deveriam, e ainda assim inventaram de enfiar mais e mais personagens regulares. Tiraram a Dra. Hahn quando se tocaram de que ela jamais teria a simpatia do público, mas botaram no lugar uma médica autista (Mary McDonnell, de “Battlestar Galactica”, que não precisa passar por isso), e ainda inventaram uma amiga do passado aloprado de Meredith (a australiana Melissa George). Deram a George o destaque de um figurante, enquanto enfatizavam os internos e o clubinho secreto que eles montaram, para testar técnicas cirúrgicas em si próprios. Juntaram o mulherengo Sloan com a chatilda Lexie e, na equação, acabaram com a graça do único integrante da dupla que prestava. E colocaram Callie no fundo do poço até se envolver com uma pediatra (que se tornaria outra personagem fixa), evidenciando que Sara Ramirez é, no final das contas, uma canastrona. Miranda Bailey está cada vez mais sensível e humana, a ponto de considerar trocar a carreira na Cirurgia Geral por uma na Pediatria. Tudo bem, ela mudou depois que se tornou mãe, mas sinto falta da “nazi” do começo de vez em quando. E Cristina, que andava muito mal comida desde que foi deixada no altar pelo Burke, encontrou o par ideal em – ora veja só! – outro personagem novo, Dr. Hunt (Kevin McKidd), vindo direto do Iraque com uma porção de conflitos internos para resolver. O Chefe tem que lidar com a queda do hospital no ranking dos melhores do país, e MerDer, uma vez juntos, tentam continuar às mil maravilhas (só que foi pra lá de forçada a depressão em que meteram o Derek quando uma de suas pacientes morre – um cirurgião naquele estágio da carreira já deveria ter um filtro; ele lidou com isso pior do que o mais imaturo dos internos teria lidado). E o golpe de misericórdia: Izzie virou Sonia Braga em “Dona Flor e Seus Dois Maridos”. Estava se acertando com Alex, mas passou a ter alucinações com o defunto Denny Duquette – e a fazer sexo com o falecido! No final das contas estava delirando por causa de um tumor. Pronto, Katherine Heigl. Satisfeita com o destaque que deram para a senhorita? Média: B-

E agora gritem comigo: É HOJE!!! Sexta temporada mode on.

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Categorias:TV
  1. raa
    24 setembro 2009 às 3:12 pm

    É HOJE!!![2]
    + tarde comento melhor pq acabei de chegar do colégio e já tenho aula de novo às 13h… ¬¬
    Life sucks!

  2. giovana
    24 setembro 2009 às 4:13 pm

    aaai meu Deus , to mais ansiosa pra isso do que pro meu aniversario semana que vem =)

  3. Georgia
    24 setembro 2009 às 5:01 pm

    Gostei da retrospectiva, concordo com 80% 😉

    É Hoje!

    • 24 setembro 2009 às 7:10 pm

      Raa, é daqui a pouquinho! Não perco por NA-DA.

      Giovana, e eu então? Mal dormi na noite passada! huahuahua. (E parabéns adiantado!)

      Georgia, obrigado. É HOJE!!!

  4. 24 setembro 2009 às 7:40 pm

    Eu gostei da primeira temporada, mas me decepcionei porque criei uma grande expectativa na série baseado nos grandes elogios que havia lido, mas foi no meio da segunda temporada que eu comecei gostar e nos 3 últimos episódios e começou uma paixão pela série que dura até hoje. Após “Losing my Religion” eu estava totalmente apaixonado por Izzie, Denny, Meredith e companhia. A 3ª temporada é boa, a quarta é muito ruim (o mal das 4ª temporadas, haha). A 5ª eu confesso que só vi a cena final.

  5. 24 setembro 2009 às 8:28 pm

    Esqueci de dizer que adorei o post.

  6. 24 setembro 2009 às 9:06 pm

    É HOJE!
    Nem acredito, depois de tanto tempo sem GA, finalmente.
    Adorei a retrospectiva. Deu pra sentir o gostinho e relembrar as idas e vindas dos roteiristas.

    • 24 setembro 2009 às 11:13 pm

      Mark, você traiu a série! Abandonou huahuahua. Eu ameacei abandonar várias vezes durante a season 5, mas felizmente insisti. E recomendo que faça o mesmo porque a emoção de esperar por essa sexta não tem preço!

      Jecik, É HOJE!!! Vamos ficar na concentração.

  7. 24 setembro 2009 às 11:31 pm

    #greysday

    aaaainn amei o blog

    é hojeeeeeeeeeeee

  8. 25 setembro 2009 às 4:44 am

    Hahuahauhauah, abandonei não, eu pretendo ver só pelos últimos da quinta que dizem ser muito bons. Mas to com medo de Grey’s Anatomy se tornar um ER.

    • 25 setembro 2009 às 5:03 am

      Mark, com base nos rumos que essa sexta temporada promete tomar, tenho certeza que irá por esse caminho mais cedo ou mais tarde. Medo!

  9. raa
    25 setembro 2009 às 5:00 pm

    Em primeiro lugar queria deixar claro que GA é minha série do coração…
    Então posso estar deixando o bom senso de lado,pela paixão cega pela série!
    Talvez tenha sido por isso q achei q vc foi um pouco rigoroso d+ c/ a série..
    Mas vamos lá..

    Meu retrospecto:

    1ª Temporada: uma delícia,mas como vc falou nada extraordinário !Nada que se eu tivesse visto na epoca fizesse virar minha série favorita…Mas ainda assim muito,mas muito legal msm!Redondinha!
    Nota : A-

    2ª Temporada: Comecei por ela na verdade!Talvez tenha sido por isso q me apaixonei de cara: iniciei pelo melhor!Onde tudo ainda era novidade…Qnd Shonda ainda nos fazia sentir [locutor da warner mode on]como ngm!Os dramas , as narrações,as metaforas c/ os pacientes (q hj já estão bem desgastadas), o vai e volta de MerDer ( momentos memoráveis: “i miss you”,”pick me,choose me,love”..ai,ai sdds! ), a bomba,os dialogos ageis,as tiradas!Tudo era muito perfeito!Quase ñ teve episódio ruim!Quer dizer não teve!Pode ñ ter tido em tds episódios estórias sensacionais,mas o roteiro sempre era muito bom!
    Vários dos meus episódios favoritos estão aqui( pra citar alguns o 2×03,2×15-16,2×25…).
    A melhor temporada c/ ctza!O conjunto em si é espetacular!
    Foi a temporada q me fez querer matar Jack Bauer por ter roubado o emmy de melhor série!Apesar da temporada de 24 tbm ter sido sensacional,e ama-lo (assim como amo 24)c/ tds as minhas forças!
    Nota : A+… quer dizer A++

    3ª Temporada:
    Pecou em alguns pontos e Shonda perdeu a mão em alguns episódios…Pra mim foi a temporada q mostrou aos fãs q a série ñ era irretocável e imbatível…
    Shonda era passível de erros…E cometeu vários …
    Comecei a me cansar a partir daqui do vai e vem de MerDer…Me cansei,mas admito q gosto um pouco,apesar da formula estar desgastada…Pra mim o estagio atual, de pedidos de casamento no elevador e casamentos por post , é bem + interessante!
    A experiência de quase morte de Mer(apesar do episódio ter sido sensacional , ainda + c/ aquele final arrebatador) pra mim foi o q quase tirou o brilho da série…
    Sério , dps daquilo GA passou de drama sério e realista à um drama meio ghost whisperer c/ direito a ghost sex e tudo…Pra mim perdeu um pouco a credibilidade!Fica no mundo real,shonda,q é bem + interessante,ficadica!

    Mas gostei bastante!Apesar de alguns erros (e da porcaria q foi o episodio de PP)a temporada em si foi muito boa!
    Melhores episódios: 14,15,16,17 e 25…

    Nota : B+

    *4ª temporada:
    Se a 3ª foi a temporada q mostrou q Greys podia errar , esta foi a q mostrou q ela podia se tornar realmente chata , c/ alguns episódios muitos chatos..
    O desgaste de alguns episódios da 3ª,se mostraram em quase tds os epis. da 4ª…
    + que isso: os personagens se desgastaram…
    É mais fácil,apontar os erros do q os acertos das temporadas…
    Vamos lá:
    MerDer cansou de vez c/ tds os seus break-ups e made-ups sex…
    George e Izzie ficaram um saco…Gizzie Sucks!
    Christina perdeu o rumo!
    E ñ teve absolutamente nenhum episódio c/ plot memorável…
    Pra mim só se salva o 10 e o 11…E o 5º q é realmente memorável pra mim…

    Grey´s passou de melhor série da TV pra uma série apenas gostosinha de ver…
    Sinceramente a gnt estava vendo + por inercia do q por qlq outras coisa…
    Foi a temporada q menos prendeu sem dúvida!
    Os episodios pareciam q ñ tinham conexão nenhuma!
    E a única q a season finale foi realmente uma bosta..
    Tanto q só comecei a ver a 5ª em fevereiro deste ano…

    Mas apesar dos apesares, pra mim Grey´s é bom até msm qnd é ruim…
    B- pra temporada…Sim,eu sou um fã cego…

    *5ª temporada:
    Começou igual a 4ª…
    Chatinha e irrelevante…
    Os episódios continuavam ordinários e desconexos,fórmulas e personagens desgastadas…
    Mas aí Shonda deu a louca e voltou a velha forma!ThanksGod!
    Aí viu Izzie c/ seu melanoma (vamos esquecer por um momento o ghost sex), MerDer voltaram as ser fofos sem precisarem de tantas idas e vindas , o arco genial do assassino e McArmy…
    A temporada foi irregular c/ alguns episódios ruins,alguns chatos e outros bons,mas dentre estes estão alguns dos melhores da série…Vide o 13,22,23 e 24…
    Saldo extremamente positivo!
    O q me faz dar sem peso na consciência nenhuma um A- …
    Devolveu minha empolgação a série!
    Mas pelos seus comentários Louis já to até c/ medo! =/
    ____________________

    Enfim,a série tem seus problemas,mas amo d+!
    Os episódios podem ser até medianos como eu falei,mas Grey´s até qnd é ruim é bom…=P
    Sempre teremos a garantia de emoções,de narrações lindas,de uma trilha foda,da amizade entre eles,enfim ,sempre terei garantia de uma série de coisas…Coisas q me fizeram apaixonar pela série…
    E outra é lindo ver a evolução da Meredith como personagem e Ellen Pompeo como atriz,incrível como ela achou o ponto certo da personagem!
    No 3×14 e no 5×13 por exemplo ela deu um show…
    Quando exigem dela, ela dá um show…

    • 25 setembro 2009 às 9:18 pm

      Rafa, adorei seu comentário. Fico extremamente feliz quando meus posts levam os leitores a compartilhar extensivamente sua opinião sobre o assunto! 🙂

      Concordamos no ponto onde os fãs mais discordam: na Meredith de Ellen Pompeo! Você perdoa algumas falhas com mais facilidade que eu, mas em linhas gerais, estão aí os fatores que me fazem ver Grey’s com carinho. Só que me desapontei, e feio, com o início da temporada!!!

  10. 27 setembro 2009 às 6:44 am

    Terminei a quarta temporada hoje!

    Acho a primeira muito bom. Nada original, mas introspectiva, divertida e ocasionalmente muito bonita. A segunda melhorou ainda mais, com excelentes episódios, a consolidação do elenco excepcional e a narrativa intensa. A terceiro enfraqueceu, com muita coisa desnecessária, mas manteve certa qualidade. E, discordo de você quando a quarta temporada, que acho a melhor de todas até agora. Acho ela simplesmente muito envolvente em termos dramáticos, psicológicos e pessoais. Acertou em cada ponto e trouxe o humor mais genuíno até então.

  11. 9 novembro 2009 às 5:30 pm

    AMÚÚÚÚÚÚ MESMO ANATOMY EU ASSISTIA NO SBT SÓ UE CORTARAM, NOSSA FIQUE MUITO,MUITO TRISTE. JA ERA QUASE VICIADA EM GREY´S ANTOMY.
    GOSTO DA CALLIE (SARA RAMIREZ), O GEORGE O MALLEY, MERITH… TA BEM AMO TODOS ELES MESMO, GOSTO MUITO DA SÉRIE, SÓ VI ATÉ O FINALZINHO DA 2º TEMPORADA…
    NÃO PERCO POR N-A-D-A(apenas quando vou viajar)

    AMÚÚÚÚÚÚ GREY´S ANATOMY!!!!!!!!!!

    • 10 novembro 2009 às 2:35 am

      Wally, Izzie, Lexie e Dra. Hahn ditaram a inferioridade da quarta temporada para mim.

      Gabrielle, tenho a impressão que o SBT logo volta a exibir Grey’s, e em doses diárias! 🙂

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