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Diário de Férias

Tinha prometido para mim mesmo que daria uma chance para “Private Practice”, a polêmica série da Dra. Addison. Mas aí abro meu laptop e me deparo com pastas recheadas de episódios de “Joan of Arcadia”, com as duas últimas temporadas de “Buffy”, e com mais de uma dúzia de episódios de “Flight of the Conchords” – tudo inédito para mim. Não precisei pensar duas vezes. Tchau, Addison, você fica pra próxima!

Focado em “Joan”, encerrei a primeira temporada e estou dando um tempinho para iniciar a segunda. Era tão bacana que dá até desgosto de ver que foi cancelada. E Amber Tamblyn é uma graça. Daqueles filminhos “Quatro Amigas e Um Jeans Viajante”, todas as atrizes já protagonizaram uma série: Blake Lively é a Serena de “Gossip Girl”, America Ferrera é a Ugly Betty, Alexis Bledel foi a Rory em “Gilmore Girls” e Amber, a Joan em “Joan of Arcadia”. Dessas aí, nenhuma se compara à Miss Tamblyn, em carisma, talento e competência – nem você, America, apesar do seu Emmy na estante dizer o contrário.

Eu sou mais a da esquerda

Eu sou mais a da esquerda

“Buffy”, sexta temporada, continua puro guilty pleasure. Possivelmente, o melhor guilty pleasure já idealizado para a TV americana. Tudo é muito tosco, pobrezinho, previsível… Mas tão viciante! Mais legal ainda é rever os episódios da primeira temporada, filmados na metade dos anos 90. Parece que foi ontem, mas quase tudo ali já ficou obsoleto – os celulares eram do tamanho de tijolos e as calças até o umbigo eram a última moda.

Já “Flight of the Conchords” é um indie-chic. Um projeto de dois músicos neozelandeses, que interpretam versão fictícias de si mesmos (usam até seus nomes reais, Jemaine e Bret). Bem esquisita e diferente, a série é patrocinada pela HBO (que, como você sabe, não se envolve em qualquer furada) e traz pelo menos dois clipes da dupla a cada episódio (vai por mim: é de ficar com a barriga dolorida de tanto rir).

Entrementes, retornou “Entourage”, a série mais cool de todos os tempos, inteiramente baseada nas experiências de Mark Walhberg (que assina como produtor executivo). É sobre um astro de Hollywood e um grupo de amigos que pega carona na fama dele, todos vivendo no bem-bom, usufruindo dos luxos e privilégios oferecidos às estrelas de cinema. Quem rouba a cena, no entanto, é o manager desbocado (Jeremy Piven está brilhante no papel, para dizer o mínimo). A season premiere não chegou a ser sensacional, mas tenho fé de que logo engata.

Semanalmente, ainda tem “Weeds” (a quinta temporada está o máximo, tão risível quanto nos anos de glória), “True Blood” (sempre uma alegria), e “Nurse Jackie” (que estou vendo só porque os episódios são curtinhos e porque Edie Falco é nota 10 – a série em si não é lá tão viciante, não faz você parar o que estiver fazendo para ir assistir).

Continuo em abstinência de cinema, vendo quase tudo em DVD (quando voltar para São Paulo, vou tirar uma semana só para ver os filmes atrasados, numa maratona ininterrupta). Mas já estou com ingresso comprado para o sexto “Harry Potter” – hoje, à meia-noite, junto dos fanáticos que vão fantasiados como os personagens (“cosplays”). Não estou com o meu uniforme da Grifinória, então vou ter que ir com as minhas roupas de trouxa. Pena!

jonathanEm compensação, estou lendo mais do que nunca. Em dias sem internet, sem episódios inéditos e sem filmes no gatilho, pego um livro qualquer e leio, leio, leio. Uma dessas leituras foi a ficção chamada pelos críticos de “Harry Potter para adultos”. Me refiro a “Jonathan Strange & Mr. Norrell”, um romance inglês muito inventivo, que mescla fatos históricos com lendas e bruxarias criadas pela autora (uma tal Susanna Clarke). São mais de 800 páginas fascinantes, devoradas por mim num período de três dias. E o IMDb informa que uma adaptação pro cinema deve vir em breve. Você, que não está fazendo nada, que tal correr atrás?

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Categorias:Cinema, Literatura, TV
  1. 15 julho 2009 às 12:54 am

    Nem tinha me tocado de que as quatro atrizes de “Quatro Amigas e um Jeans Viajante” tinham estrelado séries. A única que eu não consigo gostar é a Blake Lively. As outras três são talentosas e espero que trilhem belas carreiras. Elas merecem!

    Beijo!

    • 15 julho 2009 às 8:00 am

      Ka, também não tinha me tocado. Descobri por acaso enquanto pesquisava a filmografia da Amber, de quem virei fã graças a Joan!

      Beijo!

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