Monthly Stitches
Percebi que faz muito tempo que não faço um Weekly Stitches por aqui e resolvi montar um bem grandinho para compensar pelas semanas perdidas. Vamos lá…
- Música -
“Down by the Water” – The Drums
Se “Gossip Girl” não chega exatamente a prestar, pelo menos sempre me apresenta a alguma música boa, tipo essa aí, que eu tenho ouvido sem parar.
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“Cabaret” – Natasha Richardson
Como fã de teatro musical, eu gosto de showtunes, baixo álbuns originais da Broadway e tal. Mas não tinha tido muito contato com a trilha do revival de “Cabaret”, dirigido pelo Sam Mendes antes de “Beleza Americana” com a falecida Natasha Richardson como Sally Bowles. Andei vendo uns vídeos e a versão dela pra personagem era super diferente, meio trabalhada no padê. E, desse jeitinho, acabou ficando bem interessante. Aí vai a redenção da melhor canção.
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“O’ Children” – Nick Cave
A música que Harry e Hermione dançam em “As Relíquias da Morte”. Enough said.
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“Dog Days Are Over” – Florence and the Machine
Uma das mais canções gostosas da Rainha.
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- Filmes -
“Inception”

Depois que o assisti dez vezes (literalmente) nos cinemas, saiu na rede em qualidade de DVD, e claro que já está salvo aqui no meu laptop. Nos últimos meses minha animação com o filme foi passando. Não muito, mas um pouco. Mas bastou rever pra todo o amor e a paixão voltarem com força total.
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“Jovens Bruxas”

Lembro que eu adorava esse filme há uns dez anos e achava até um pouquinho assustador. Não é, é super bobinho, mas as quatro amigas praticantes de magia tem uma química legal e a Fairuza Balk está incrível.
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- Séries -
“Doctor Who”

Estou descobrindo essa série inglesa criada há 47 anos! Ficou parada por uns quinze anos antes de ganhar um reboot, que na verdade é uma espécie de continuação, já que o Doctor do título – um alienígena capaz de se deslocar por tempo e espaço, resolvendo problemas de todas as civilizações – é capaz de assumir uma nova forma humana sempre que o ator principal precisa ser substituído (porque, né, ninguém fica no mesmo papel por tanto tempo, com exceção do pessoal das novelas americanas). “Doctor Who” é uma produção inglesa e, curiosamente, endereçado ao público infantil, embora sua base de seguidores envolva todas as idades.
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“Six Feet Under”

Dessa eu revi o último episódio, pra mim o melhor desfecho para qualquer série já produzida. É um final lindo, mas bicas triste. Eu quero muito chorar de novo só de lembrar, mas estou me segurando. Mais não digo, em consideração ao leitor que ainda não assistiu a esse primor (tá esperando o quê?).
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“Firefly”

Baixei e vou começar a ver um dos únicos trabalhos de Joss Whedon que eu ainda não conheço. “Firefly” durou só catorze episódios e até agora eu só vi o primeiro, que é praticamente um filme e tem uma hora e meia de duração. É genial demais e eu fico triste por saber que não vingou.
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- Livro -
Oprah: Uma Biografia” – Kitty Kelley

Fiz uma leitura dinâmica dia desses na Fnac da polêmica biografia não-autorizada de Oprah Winfrey, a apresentadora mais famosa dos Estados Unidos e uma das personalidades blacks mais influentes do mundo. A autora fez uma pesquisa extensa e chegou à essência dessa figura, que exagera nos relatos da infância sofrida para angariar a simpatia do público e que, antes de uma celebridade admirada pelas ações filantrópicas, é uma mulher complicada e de temperamento nada maleável. Recomendo.
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- Vício -
“Avenida Q”
Desde que retornou aos palcos paulistanos – com elenco bem melhor do que poderíamos esperar – tenho revisto sempre que possível. Uma canja para os leigos:
E vocês, como vão?






